domingo, 26 de julho de 2015

Carinho e cuidado ajudam o animal a superar a depressão



Se a convivência humana impõe mais desafios do que se poderia imaginar, o que dizer da adaptação dos animais de estimação à vida em comum?

Aplicação de baunilha sobre o dorso dos animais, associada à medicação antiestresse, tratou manifestações que poderiam ter se agravado. Os gatos deixam de se limpar e de comer depois que os donos resolvem dividir o mesmo espaço. 



A depressão não é algo incomum até mesmo entre os animais silvestres e requer atenção dedicada dos donos. Diferenciá-la de atitudes típicas da chantagem emocional ou do charme lançado pelo bicho no intuito de manipular o dono parece ser o mais difícil. No entanto, um bom começo é entender que a depressão pode significar comportamento anormal, provocado pela percepção aguçada que os animais têm de alterações de humor dos proprietários, somadas às influências do meio ambiente.

Comportamentos como destruir móveis e objetos, se automutilar, os latidos, a agressividade ou a prostração estão relacionados, na maioria das vezes, a um ambiente inadequado. Não podem ser interpretados como depressão.
O estilo de vida imposto ao animal também pode levar a distúrbios de comportamento. Sedentarismo e consumo excessivo de alimentos são problemas frequentes observados por  especialistas  tanto entre cães e gatos quanto entre coelhos, peixes e pôneis.O proprietário cuidadoso é capaz de perceber alterações sutis e a medicação, quando há desvios, deverá ser usada depois de uma investigação da causa e uma vez esgotadas todas as opções de corrigir a origem do problema. Os tratamentos incluem opções além da medicação, como cromoterapia e musicoterapia. São recomendadas atitudes como conversar e cantar.

A falta do dono pode levar à depressão, a menos que sejam preservados a segurança e o bem-estar do animal. O ambiente de luto e tristeza pode mudar as atitudes do bicho. Outra causa é a solidão para raças que vivem em matilhas e as de caça, quando passam a viver em apartamentos. É justamente em razão desses problemas que os donos devem pesquisar sobre as raças melhor adaptadas ao espaço.


Bichos sensíveis

Entre os animais silvestres, da mesma forma, a depressão pode se manifestar quando há perda de um animal companheiro da mesma espécie. Não é diferente se a solidão tomar conta principalmente daqueles que vivem em sociedade, como psitacídeos, também chamados de aves de bico curto, a exemplo dos papagaios, periquitos e calopsitas. Os sintomas mais evidentes, além das mudanças de comportamento, são a falta de apetite e o desinteresse das coisas que ocorrem ao seu redor. 



A perda de apetite por 24 horas já pode ser fatal e, portanto, não se deve esperar muito para procurar ajuda”, alerta.Os gatos sofrem estresse com facilidade. Qualquer mudança na rotina desses animais deve ser planejada com cautela.

Ainda podem desencadear sintomas de depressão doenças comuns em gatos, a exemplo de obstrução urinária em gatos não castrados, estomatites e problemas nos dentes. Os bichanos são, de fato, animais mais independentes dos donos, mas isso não significa desamor e nem pode ser motivo de descuido com eles.






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