terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Uber lançou serviço de transporte para seu animal de estimação

Um novo serviço do Uber  já está  disponível  começou no dia 13  em São Paulo e no Rio de Janeiro: é o uberPET. Agora, quem precisar de um carro para transportar seu animal de estimação poderá usar o app para fazer a viagem.
A empresa não deu um prazo de chegada para Brasília e Belo Horizonte, onde já atua, ou Porto Alegre, onde deve entrar no ar em dezembro.
Animais de estimação são um público potencial e tanto no Brasil: hoje eles já são 106,2 milhões (quase um para cada dois brasileiros). Dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, o mercado cresce 17% ao ano desde 1995 e fechou 2013 em R$ 15,2 bilhões
Dados atualizados em junho de 2014 mostram que o Brasil é o segundo maior mercado do mundo, com 8% do faturamento global do setor, atrás dos Estados Unidos (30%). Em seguida, estão Reino Unido (7%), França (5,8%) e Alemanha (5,7%).

COMO FUNCIONA
Abra o seu app da Uber
Selecione a opção uberX ou UberBLACK e depois clique em uberPET
Solicite o seu carro uberPET
Viaje por ai com o seu melhor amigo
Para não entrar em uma enrascada, confira os nossos Termos de Uso antes de embarcar nesta aventura.


DETALHES
A tarifa do uberPET é a mesma da opção UberBLACK ou uberX. Toque no ícone do uberPET no menu inferior do app e depois em ‘Estimar Tarifa’ para saber o valor aproximado da sua viagem.
Certifique-se de que você está em um local onde o motorista tem espaço para encostar o carro e embarcar você e seu animal com segurança.
Todas as solicitações de uberPET devem incluir um animal de estimação a bordo, e todos os animais devem ser acompanhados por um usuário.


segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Como acalmar seu animal de estimação na hora dos fogos

Os animais são um dos mais prejudicados com a queima de fogos durante as festas de fim de ano. Muitos são os donos dos cães e gatos de estimação que buscam dicas para diminuir o sofrimento dos bichinhos.

 Dicas para ajudar seu animal  nesta hora.
Conversar com um adestrador sobre o problema e começar a tratar a questão o quanto antes com treinamentos.
Em dias tranquilos, coloque o som de fogos para o seu cachorro e gato  ouvir e faça com que esse momento seja de brincadeira e diversão, para que ele associe o barulho a algo positivo.
Ficar acariciando o cachorro e o gato  nesse momento não o ajuda a se ajustar ao barulho, e sim, pode estar incentivando o medo que ele está sentindo.
 O  seu cachorro  e gato precisam  estar em seu lugar seguro durante o tempo em que os fogos de artifício estão sendo soltos, deixe que ele se esconda.
As vezes o som da televisão ou do ventilador ajuda a abafar o barulho dos fogos lá fora.
Mantenha a calma e projete essa confiança para o seu cachorro. Lembre-se que os cães são peritos em linguagem corporal e vão saber se você estiver só fingindo estar calma.
Colocar um algodãozinho no ouvido do cachorro para que ele não escute com tanta intensidade o barulho.
Colocar o cão em uma guia, sem estar apertada, para que ele não fuja.
Conferir o portão da sua casa. Essa atitude é importante pois muitos cães, quando estão com medo no momento dos fogos, fogem.


Manter a coleira no seu cão, com identificação, assim como considerar colocar um microchip no animal.
Entre em contato com um homeopata para acompanhamento no tratamento de casos de ansiedade. Lembrando que nesse caso, o resultado não é imediato.
Sempre converse com o seu veterinário sobre o problema. Em casos extremos, o profissional responsável pode prescrever um tranquilizante para que o cachorro e gato  mantenha a calma.
Se possível, evite deixar seu cão  e o seu gato sozinho em casa em dias que provavelmente soltarão fogos de artifício.


Truque do pano  para proteger seu  cachorro   contra os barulhos feito pelos fogos de fim de ano

Para amenizar o sofrimento do seu filho peludo, encontramos uma técnica – muito simples – chamada Tellington Touch.
Esse método se baseia na informação de que animais que possuem esse tipo de pavor também têm grande sensibilidade nas regiões traseiras, patas e orelhas.
Sendo assim, consiste em atar seu cão com um pano para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, amenizando as tensões localizadas no dorso do animal e diminuindo sua irritabilidade. Veja:

Amarre seu cachorro de forma que a faixa englobe peito e dorso (formando um oito), finalize dando um nó na região traseira, mas certifique-se que não esteja exatamente sobre a coluna.

Porque funciona ?

O ato de “amarrar” seu cachorro reverbera no sistema nervoso dele, que recebe a informação sensitiva, envia ao cérebro e o deixa mais calmo, visto que essa pequena pressão ativa seu sistema nervoso autônomo.
Conforme o corpo sente a pressão das faixas, sua psique e tronco entram em harmonia, fazendo com que o
 pet sinta-se mais seguro e possa enfrentar momentos que lhe causavam medo e pavor.
De acordo com Helena Truksa, bióloga com foco em psicologia e especializada em comportamento animal na Ethos Animal, a técnica funciona, mas não pode ser considerada como a salvação. Pois há a questão do nível da fobia que o cão possui e isso varia de acordo com cada pet.
Contudo, ela complementa dizendo que “os cães sentem-se mais seguros em locais pequenos e apertados, e as faixas e camisetas desenvolvidas com essa finalidade, simulam esta sensação.”

 Quem Criou ?

Segundo uma publicação no site The Ann Arbor News, a técnica ‘Tellington Touch’ foi desenvolvida por Linda Tellington-Jones, que inicialmente aplicava esse método em cavalos. No entanto, hoje o procedimento é utilizado no mundo todo para amenizar também as fobias e traumas em outros animais, como os cães.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Aprenda como medir a temperatura do seu gato

Diversos sinais podem indicar que um gato está com febre. Quando a temperatura fica elevada, gatos perdem o apetite, ficam letárgicos e suas orelhas ficam quentes. No entanto, esses sinais podem indicar outros problemas felinos, não só se a temperatura do seu gato está alta. Usar um termômetro para medir a temperatura de um gato é o único meio preciso de descobrir se ele está com febre.



Como medir a temperatura do gato com termômetro comum

 Balance o termômetro até que a leitura esteja 35ºC ou menos.
 Lubrifique o termômetro com vaselina ou gel lubrificante à base de água
Segure a cauda do seu animal de estimação na base e levante-a. Segure-a firmemente para que seu animal de estimação não se sente. Tranquilize e converse calmamente com seu animal de estimação durante todo o processo. Isso irá ajudar a manter seu animal calmo, relaxado e seguro.
 Gentilmente insira o bulbo do termômetro no ânus do seu animal de estimação. Funciona melhor se você usar um movimento de torção. Insira o termômetro cerca de 2 centímetros em gatos e cães de pequeno porte, e até 3 centímetros para raça gigantes de cães.
 Deixe o termômetro no lugar de 1 ou 2 minutos. Em seguida, retire-o e limpe-o com gaze ou uma bola de algodão. Leia a temperatura no final da coluna de mercúrio.
 Limpe o termômetro com álcool e guarde-o em lugar seguro.

Medição de Temperatura pelo Ouvido


Procure ajuda para segurar bem o gato.
Talvez você consiga manejar o gato se ele for dócil. A maioria dos gatos não se importa tanto com o termômetro de ouvido quanto com o termômetro retal.
Segure a cabeça do gato imóvel e insira o termômetro profundamente no canal do ouvido.
Aguarde até que o termômetro de ouvido apite, confirmando que a medição foi finalizada.
Remova o termômetro do ouvido do gato e leia a medição.
A temperatura normal do ouvido deve ser entre 37.8 e 39.4 graus.

Qual a temperatura corporal dos gatos?

gato febre temperatura :Gato: 37°C a 39°C
Gatinho recém-nascido: 36°C (no momento do nascimento) a 39°C (uma semana de idade)

 Cuidados na hora de medir a temperatura do seu gato

Se o termômetro quebrar dentro do seu animal de estimação, não entre em pânico. NÃO tente retirar os pedaços de dentro do seu animal de estimação. Ligue para seu veterinário e explique a situação.
 Muito cuidado para seu gato não fazer força e o termômetro entrar no animal. Se você não se sente seguro ou se seu gato é muito agitado ou arisco, é melhor levar no veterinário.

Dicas
A temperatura retal e a do ouvido devem ser similares, se você tiver utilizado a técnica corretamente.
Gatos podem preferir o termômetro de ouvido, mas é muito mais caro do que usar um termômetro doméstico de mercúrio ou digital no reto.

Avisos
Temperaturas abaixo de 37.2 graus e acima de 40 graus podem indicar problemas sérios e um veterinário deverá ser contatado. Temperaturas altas são sinal de infecção e as baixas podem resultar de algum choque que o gato possa ter sofrido.

Materiais Necessários
Assistente
Gato
Toalha
Termômetro retal
Lubrificante
Termômetro veterinário de ouvido.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Como saber se seu cachorro está com câncer

Assim como nos humanos, cachorros e gatos também são acometidos com o câncer. Mas assim como os animais, quando o problema for tratado, a doença pode ir embora ou precisa de um acompanhamento. Um dono com um animal com câncer em casa não deve pensar que seu bichinho de estimação chegou ao fim da vida, apenas que ele vai precisar de alguns cuidados. A boa noticia é que ele pode se curar completamente se o diagnostico for feito precocemente.


Diferença entre tumor maligno e benigno

O câncer é caracterizado pela presença de um tumor maligno
É importantíssimo frisar que o nome “câncer” é utilizado quando há a presença de um tumor maligno. A grande diferença entre o tumor maligno e o benigno é que, no primeiro, existe a possibilidade de metástase, ou seja, de as células cancerígenas espalharem-se pelo organismo, acometendo diversas regiões e tornando o tratamento, normalmente, mais difícil ou, até mesmo, ineficaz.
O tumor benigno é menos preocupante mas não deve ser deixado de lado, quando este apresenta um desenvolvimento mais acelerado, a remoção pode ser necessária.
Causas do câncer em cachorros
Algumas situações e condições podem aumentar a chance de saber se seu cão  vai  apresentar câncer; sendo a idade avançada , pele despigmentada, algumas doenças virais, exposição ao sol, entre outras
O que se sabe com certeza, no entanto, é que cães de qualquer tipo, raça, porte e idade estão sujeitos a desenvolver o câncer – e é por isso que levar o seu cão  para consultas periódicas com profissionais veterinários é algo fundamental para manter a saúde do animal e até preveni-lo de uma série de enfermidades.

Tipos mais comuns de câncer em cachorros

O quadro de câncer de pele, de mama e de testículos são os mais frequentes nas clínicas veterinárias
As neoplasias mais comuns em cães incluem:

Câncer testicular;
Câncer de mama;
Câncer de pele.
Câncer em regiões da cabeça e do pescoço;
Linfoma;
Câncer ósseo;
Leucemia;
Apesar de esses serem os de maior frequência, também pode ocorrer o desenvolvimento de neoplasia em qualquer órgão, como no útero, no baço, nos ovários, nos pulmões, fígado entre outros. O câncer que acomete o sistema nervoso é menos frequente.


Sintomas do câncer em cachorros

Embora os sintomas do câncer em cachorros possam demorar muito para se manifestar (ou, até mesmo, nunca chegarem a aparecer), há sinais que podem ser observados em alguns cães com a doença – e, por isso, é fundamental que os donos de bichinhos de estimação estejam cientes de quais são eles; já que, conforme explicado anteriormente, o diagnóstico precoce pode contribuir muito para a viabilidade de um tratamento eficiente.
Entre os principais sintomas apresentados pelos cães com câncer, podemos citar:
Dor
O animal começa a apresentar sinais de dor ao andar, correr, pular ou realizar uma série de atividades que já eram comuns no seu dia-a-dia.
Mudança os dificuldade em ir ao banheiro
O cão  pode ter dificuldade para urinar ou defecar; podendo, ainda, ir demais ou de menos ao banheiro, apresentando mudanças significativas nos seus hábitos.
Desânimo ou depressão
Pouco ânimo, muito sono e nenhuma disposição podem estar entre os sinais de câncer em cachorros.
Dificuldade para respirar
Respiração ofegante com ou sem a realização de atividades físicas devem sempre ser investigadas – pois, além do câncer, podem indicar a presença de outras enfermidades.
Tosses frequentes
A tosse forte e constante também pode indicar a presença de diferentes doenças no corpo do animal e, portanto, deve ser analisada imediatamente por um profissional.
Mudança ou perda de apetite
O animal pode passar a sentir dificuldades ou dores ao tentar engolir, deixando de comer.
Perda de peso
A perda de peso é um sinal bastante característico em cachorros com câncer – e também pode indicar outras doenças.
Feridas que não cicatrizam
Além de doenças de pele, inflamações ou infecções importantes, o câncer em cachorros também pode trazer grande dificuldade de cicatrização em feridas que, por acaso, apareçam no corpo dos cães.
Diarreia, vômitos ou sangramentos
Secreções com pus, diarreias, sangramentos importantes e vômitos sem motivo aparente podem indicar problemas.
Odores atípicos e mau cheiro
Cheiros fortes e estranhos na região das orelhas, boca ou outras regiões do corpo também podem ser indícios de que o cão está com câncer.
Inchaço em determinadas regiões do corpo
Inchaços em pontos específicos – que, geralmente se transformam em caroços – estão entre os sinais mais clássicos do carcinoma em cães.
Aparecimento de caroços
Conforme exposto no ponto anterior, o surgimento de caroços inchados no corpo do animal é um dos sintomas mais comuns e aparentes no corpo de cachorros que desenvolvem o câncer (e, nestes casos, é fundamental que o animal seja encaminhado para um veterinário o mais rápido possível – para que o profissional possa fazer uma biópsia no local e investigar a presença do câncer).
Falta de ânimo e dificuldade em realizar atividades
O cansaço e a apatia em geral podem indicar que há algo de errado com o animal.
Episódios de rigidez ou paralisia
Paralisias sem motivo aparente também podem indicar a presença do câncer – assim como de outras graves enfermidades, e o aparecimento desse tipo de sinal merece atenção.




Diagnóstico, prevenção e tratamento do câncer em cachorros

Embora não haja meios concretos de prevenir o aparecimento do câncer em cães, e possível diminuir as chances de que o animal sofra com o carcinoma de pele por meio do uso de protetores solares nas regiões mais expostas – como barriga e focinho. No entanto, para proteger os cães dos demais tipos de câncer, a melhor pedida ainda é levar o animal para consultas periódicas de check-up com um profissional veterinário – possibilitando que, no surgimento da doença, medidas imediatas possam ser tomadas para tratar e curar o cão .

Punções e biópsias são, geralmente, as formas mais usadas para diagnosticar a presença do câncer no corpo de cachorros – no entanto, exames laboratoriais, histopatológicos e de imagem diversos também costumam ser requisitados para confirmar a presença e o nível de desenvolvimento da doença.

Depois do diagnóstico do câncer o oncologista veterinário irá decidir a melhor forma de tratamento, que pode ser cirurgia, quimioterapia, eletroquimioterapia, imunoterapia, radioterapia, entre outras.


Observe sempre seu cachorro e fique de olho na aparição de sinais clínicos como:

Feridas que não cicatrizam;
Claudicação (mancar);
Cheiro anormal;
Grande perda de peso;
Diminuição ou perda do apetite;
Sangramento sem causa aparente;
Dificuldade para fazer necessidades fisiológicas;
Surgimento de nódulos;
Dificuldade na respiração.
Antes de tudo: tenha calma! Nem todos os sinais descritos podem significar a presença de alguma neoplasia. Entretanto, é essencial que seu cachorro seja sempre levado ao médico veterinário.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Como montar seu primeiro aquário

Boa parte das pessoas tem dificuldade em criar peixes por falta de informação. Lavar o aquário periodicamente - o que não deve ser feito - e juntar espécies de peixes de diferentes pHs em um mesmo aquário estão entre os erros mais comuns.
Assim como há pessoas que não suportam cidades interioranas, e outras que detestam a barulheira da cidade grande, os peixes também tem certas "intolerâncias", limitadas principalmente pelo pH da água, que é a medição da quantidade de substâncias ácidas (pH abaixo de sete) e alcalinas (pH acima de 7) presentes na água, em uma escala que vai de 0 a 14.


Peixes devem estar adequados ao pH da água do aquário

Plantas e peixes amazônicos como, por exemplo, acarás e neons, preferem um pH ácido, obtido através da presença de troncos dentro do aquário. Este tipo de aquário, plantado, exige dedicação e é recomendado somente aos aquaristas mais experientes, pois as plantas aquáticas exigem tanta atenção quanto as terrestres, com podas periódicas, adubos e injeção de CO2 na água.
Já os ciclídeos africanos, que são peixes territorialistas e com um colorido semelhante aos peixes marinhos, preferem aquários com rochas calcárias, o que garante um pH alcalino.
Para quem nunca se aventurou no hobby, a recomendação é começar com um aquário comunitário este tipo de aquário é bom para  todos os iniciantes, pois o pH neutro do aquário comunitário permite a criação de várias espécies e peixes deste tipo de pH são mais tolerantes à alterações na água, como molinésias e platys."
Entre os peixes possíveis de se criar em pH neutro, está o famoso 'peixe dourado', o kinguio, como a primeira espécie a ser adquirida.  Para todo aquarista iniciante que ele monte um aquário para o peixe kinguio (carassius auratus), o popular peixe dourado."
Além de kinguios, "cascudos e corydoras são recomendados pois, normalmente, os iniciantes costumam dar mais alimento do que o necessário, e estes peixes comem as sobras impedindo que a água fique poluída pelo alimento rejeitado pelos gorduchos kinguios.As variações de pH podem prejudicar  tanto os peixes  como  as plantas, portanto deve ser medido com regularidade e deve-se situar em torno dos 6,0 e 7,6.

Onde colocar o aquário?
O primeiro passo é decidir onde irá ficar o aquário.
Algumas regras básicas para escolher o melhor sítio:
Prefira locais sem luz solar direta;
Com tomadas próximas, longe da tentação de animais e crianças (a não ser que o aquário seja para as próprias crianças);
Mesa / móvel (base estável e segura), pense no peso total do seu aquário depois de montado;
Visível de vários pontos, como da sua poltrona favorita;
Sem obstáculos que dificultem as operações de manutenção e limpeza.
Medidas e capacidades do aquário
Regra geral, quanto maior o aquário, maior será a sua estabilidade química. Pode ser de qualquer formato, os mais indicados são os de vidro com vedante em silicone. Mais fácil será de cuidar dos peixes e da água.
Lembre-se que um aquário pesa, é preciso escolher bem o sítio onde vai colocá-lo. No caso de um aquário de 60 centímetros, pode testar a resistência da mesa ou móvel com o seu peso.
Medidas padrão: comprimento X largura X altura = capacidade
50 X 25 X 30 centímetros = 38 litros
60 X 30 X 30 centímetros = 54 litros
80 X 30 X 40 centímetros = 96 litros
100 X 30 X 40 centímetros = 120 litros
100 X 40 X 50 centímetros = 200 litros
120 X 40 X 60 centímetros = 288 litros
150 X 50 X 60 centímetros = 450 litros
Os três primeiros são os mais recomendados para quem se está a iniciar na aquariofilia.

Iluminação
A iluminação mais usada é a fluorescente, existindo lâmpadas especiais para aquários.

Pedras / areão
O areão próprio para aquários existe à venda nas lojas de animais, de vários tamanhos e cores. Antes de colocar no aquário deve ser lavado abundantemente, para retirar terra e areia. Para um aquário de 60 centímetros podem ser precisos cerca de 10 quilos de areão, dependendo do tamanho da pedra.

Bomba de ar
Auxilia a oxigenação da água, já que só a presença de plantas não é suficiente. Use uma bomba de ar com pedra porosa (à venda em lojas) que vai auxiliar também na movimentação da água, impedindo o acumulo de substâncias em determinados lugares. Sem oxigênio os peixes morrem.

Aquecedor ou Termóstato
Mantém a temperatura da água constante, pois variações bruscas na temperatura afetam diretamente a saúde de peixes e plantas. Além do aquecedor (os melhores vem com termóstato) tenha sempre um termômetro fixo no aquário. A temperatura deve ser adequada às espécies que povoam o aquário.

Os peixes


Os peixes são animais perfeitamente equipados para a vida aquática. Estão protegidos por um revestimento de escamas rígidas, muitas vezes cobertas de um líquido escorregadio, denominado muco, que os ajuda a deslizar na água.
Possuem um corpo hidrodinâmico e adquirem a temperatura do meio onde vivem. Não possuem sangue quente, como os mamíferos e as aves, por isso o seu mecanismo biológico está condicionado à temperatura ambiente.
A maioria possui bexiga natatória semelhante a um balão, que os ajuda a flutuar. Na maioria destes animais, a difusão do oxigênio dissolvido na água faz-se através das guelras.
Servem-se da barbatana caudal para se deslocarem, auxiliada pelas barbatanas peitorais, igualmente utilizadas para a direção. As barbatanas ventrais ou pélvicas atuam como um leme de direção.
Os peixes são o grupo de vertebrados mais bem sucedidos. Vivem praticamente em todos os lugares onde há água.
Os peixes geralmente dividem-se em dois grandes grupos:
Os peixes ósseos (por exemplo sardinhas, atuns, bacalhaus e outros peixes com esqueleto ósseo);
Os peixes cartilagíneos (por exemplo tubarões e raias).

Esperança de vida
Os peixes não vivem muito tempo. Peixes de dimensões mais pequenas vivem menos tempo que os de dimensões maiores. Isto explica-se: as espécies mais pequenas gastam o mesmo número de batimentos cardíacos com mais rapidez do que as espécies maiores, que realizam os mesmos batimentos mas de uma forma mais lenta.
Por exemplo: os vivíparos, mais pequenos, vulgares, como é o caso dos gouramis (onde se incluem os famosos bettas), vivem entre dois a quatro anos. Os peixes gato, coridoras e alguns ciclídeos vivem entre oito a doze anos.
Os peixinhos dourados, comuns hoje em dia, podem atingir os dez anos de vida. As carpas, quando bem tratadas, podem atingir os vinte anos.

Alimentação dos peixes
Os peixes são alimentados com comida industrializada, que pode ser comprada em qualquer boa loja de animais.
Devemos apenas dar para cada espécie o seu tipo de comida especifico. Nunca devemos esquecer que “os peixes morrem pela boca”, tem que ser alimentados apenas o necessário, nunca de mais nem de menos.
A água e os seus parâmetros
Pode ser a de torneira quando o encanamento for de PVC. Deve descansar por três dias para evaporar o cloro, depois de colocada no aquário o oxigenador deve permanecer por 15 a 20 dias sem nenhum peixe.
Durante este tempo mantenha o aquário sempre coberto. Existem à venda produtos anti-cloro, com os quais a água fica logo pronta.


Plantas
A colocação de plantas é muito importante, pois elas ajudam na oxigenação do aquário e na alimentação dos peixes. As plantas também são decorativas.
Tem de se conhecer bem as espécies que povoam o aquário, alguns peixes comem as plantas todas. Existem à venda plantas artificiais.
Como montar um aquário de água doce quente


Como montar um aquário

Escolha o local onde deve ficar seu aquário, não deve incidir luz solar direta, apenas uma iluminação natural, deve ter tomadas próximas, prefira um local longe do alcance de animais e crianças. Nunca tente deslocar o aquário se ele estiver cheio;
Sob o aquário coloque uma placa de esferovite, que irá impedir o contato do aquário direto com o móvel, evitando variações de temperatura, impedindo que o móvel fique marcado e evitando também vibrações no aquário;
Despeje o areão lavado no fundo do aquário espalhando bem, evite acumulação de cascalho em determinados locais. Tente fazer uma pequena inclinação do fundo para a frente, para evitar que fiquem lá atrás restos de comida e cocós;
Encha o aquário com a água sem cloro através da torre, encha até metade;
Coloque as plantas, enterrando-as bem para não soltarem e se quiser, coloque também algum objeto de decoração (troncos, pedras);
Complete a água do aquário;
Instale o aquecedor e ligue o oxigenador, tampe o aquário, ligue a iluminação;
Deixe o aquário funcionando por aproximadamente uma semana, faça o teste do pH e só então acrescente peixes. Não todos de uma vez, dê um intervalo de uma semana e só então coloque mais peixes. Lembre-se que o seu aquário comporta apenas uma certa quantidade de peixes, conforme o tamanho, portanto não ultrapasse a sua capacidade.


Como comprar os peixes corretamente
Compre os peixes em lojas especializadas, onde os aquários estejam limpos e sem peixes mortos;
Observe bem os peixes e escolha o que estiver a nadar sem nenhum problema. Não compre peixes que estiverem parados, escondidos, respirando na superfície, a não ser que sejam características próprias da espécie;
Verifique se o aquário tem aquecimento, colocando a mão no vidro;
Preste atenção nos olhos do peixe, eles não devem apresentar manchas, estarem opacos ou inchados;
Evite peixes que aparentam estar com dificuldade para se locomover;
O saco que servirá para transportar os peixes da loja para o seu aquário deve conter ar e não trazer muitos peixes. Proteja o saco do frio e do calor excessivo;
Antes de colocar os peixes no aquário,  não esqueça  de corrigir  o pH e verificar  a temperatura como dito antes . Não despeje diretamente os peixes no aquário, primeiro mergulhe o saquinho até que as temperaturas se aproximem e então deixe que os peixes saiam devagar, ao seu próprio ritmo.

Principais doenças que podem afetar os peixes

Íctio
É uma das doenças mais comuns nos peixes de aquário.
O corpo do peixe fica cheio de bolinhas brancas semelhantes a algodão, o peixe se locomove pouco e tenta arrancar as bolas esfregando-se nas pedras do aquário.
Separe o peixe, pois a doença é contagiosa. Num aquário-hospital (um aquário à parte especialmente para tratar de problemas de saúde nos peixes) faça o tratamento com remédio específico à venda em lojas de animais.
Para evitar o aparecimento da doença, mantenha a temperatura do seu aquário em torno dos 28°C.
Intoxicação alimentar
O peixe fica com o ventre estufado e escamas eriçadas. Ocorre quando há um excesso de comida, que se deteriora no fundo do aquário. Limpe o aquário e suspenda a alimentação por um dia.
Nadadeiras apodrecidas
Ocorre principalmente por ação de bactérias que se desenvolvem em pH ácido e temperatura baixa.
As nadadeiras desmancham-se e ficam esbranquiçadas. Antes de qualquer tratamento, corrija a temperatura e o pH. Num aquário-hospital, use o produto específico à venda nas lojas.

O que não pode e  não deve usar

- Nunca use cascalhos pontiagudos no solo
- Não coloque o aquário sobre móveis frágeis... Cuidado com acidentes
Não deixe o aquário próximo a janelas
- Filtro biológico de fundo (alguns aquaristas gostam e recomendam . Pessoalmente acho que é um conceito ultrapassado de filtragem, mas respeito todas as opiniões contrárias).
- Não deixe o compressor próximo aos reatores das lâmpadas fluorescentes
- Não deixe o pote de comida próximo ao calor da lâmpada
- Muita aeração na água é ruim para as plantas
- Nunca retire o aquecedor ligado da água
- Não ligue o aquecedor fora da água
- A bomba submersa, quando utilizada, deve trabalhar submersa mesmo .
- Nunca troque toda água do aquário, mesmo que esta esteja descansada
Cuidado. A água da troca deve ter o mesmo PH da água trocada .
- Evite colocar juntos peixes da água ácida e outros de água alcalina. Normalmente não combinam.
- Nunca utilize no solo cascalho colorido que solta tinta.
- Procure não construir você mesmo seu aquário. Se o fizer, procure verificar as espessuras adequadas dos vidros a utilizar
- Não super-alimente os peixinhos que ficam em criadeiras. A água ficará muito turva e eles morrerão.
- Em aquários recém montados, espere uns 15 a 20 dias antes de colocar os primeiros peixes no aquário. O ideal seriam 40 dias.
- Não escolha peixes grandes para habitar seu aquário... Prefira os pequenos e filhotes. A adaptação é mais fácil no aquário.
- Não bata no vidro do aquário... Os peixes se assustam e se machucam .
- Não coloque muito a mão dentro do aquário. Só coloque-a se houver extrema necessidade.
- Não fique modificando sempre a decoração de seu aquário. Procure mexer o menos possível nela.
- Procure não fumar ou usar aerosol próximo ao aquário.
- Não esqueça de colocar uma toalha grande sobre o aquário se você for pintar o ambiente onde o aquário está.
- Nunca dê aos peixes biscoitos , migalhas de pão ou bolachas ou até mesmo alimentos de qualidade duvidosa .
- CARPAS E KINGUIOS vivem bem em tanques externos. Evite colocá-los em aquários pequenos, pois arrancarão as plantas, e suas fezes poluem a água. Apenas tenha CARPAS E KINGUIOS em aquários grandes e com um filtro externo forte.
- Nunca coloque juntos peixes muito grandes com peixes muito pequenos.
- Não super alimente os peixes com ração. O resto de comida poluirá a água. Evite também dar alimentos em pó ou grão, se você ainda é iniciante.
- Uma dica importantíssima para verificar se a ração vai poluir o aquário, é retirar um pouco da mesma e olhar dentro do pote . Se houver uma espécie de poeira da ração grudada nas paredes do pote , esta ração é de má qualidade e não deve ser usada em hipótese alguma .
- Não super povoe seu aquário. Calcule sempre a porção de 1cm de comprimento de peixe por litro de água (isso não é uma regra - é uma idéia aproximada) - vc. deve levar em consideração o quanto o peixe ainda poderá crescer. Alguns peixes precisam de bem mais espaço - os peixes de água fria por exemplo (kinguios e carpas) informe-se .
- Não coloque plantas de superfície(aguapé, alface d'água, etc.). A luminária queimará suas folhas e suas raízes são anti-estéticas.
- Não coloque tartaruguinhas e pitus junto com os peixes. Estes animais podem "cutucar" os peixes, principalmente a noite e as tartarugas são verdadeiras máquinas de poluição da água do aquário . Não tem peixe que resista .
- Procure não dar peixes vivos aos peixes grandes e carnívoros. Adote outras opções alimentares(tais como rações específicas e de boa qualidade ) e você também evita a possibilidade de estar trazendo doenças para o aquário .
- Cuidado. O excesso de alimento deixa a água turva(meio leitosa).
- Os peixes comem tudo que é "bichinho". Evite dar a eles insetos que possuem espinhos, ou ferrão... Cuidado...
- Cuidado com a temperatura da água. Evite deixar a temperatura abaixo dos 20 ou acima dos 30 graus.
- Saiba que os peixes comem mais no calor e durante o dia , exceto alguns peixes de hábitos noturnos, como o são a maioria dos peixes de fundo
- O movimento da turbulência forte da água não significa necessariamente mais oxigênio para os peixes... As plantas?... elas precisam de gás carbônico.
- Nunca introduza um medicamento em um aquário equilibrado e com muitas plantas. Avalie sempre a gravidade da doença, separe eventuais peixes doentes e trate-os em aquários separados, sem substrato . As plantas morrem em presença de certos medicamentos. O carvão ativado deverá ser retirado do filtro durante estes tratamentos .
- Não pense que algas no fundo ou pedras esverdeadas é sujeira... Isso faz parte do equilíbrio do aquário, desde que de maneira equilibrada .
- Conchas do mar não devem fazer parte da decoração de um aquário da água doce, exceto para determinadas espécies que usam compostos que contem conchas e/ou corais moídos como é o caso dos ciclídeos africanos, que geralmente vivem em águas de ph extremamente elevado .
- Evite deixar o seu aquário sem tampa de vidro, caso você possua peixes saltadores(Ex. ESPADA, KILLIFISHES, ETC...)
- Nunca coloque pedras de mármore, halimeda ou dolomita se você quer montar um aquário de água ácida e nem aquela areia  fina a base de mármore .
- Nunca deixe um peixe recém adquirido em uma Feira, em uma Exposição, apenas em um copo de água... Eles não viverão bem...
- Apenas vivem razoavelmente em pouca água: BETTA, PEIXE-DO PARAÍSO, TRICOGASTER, COLISA...) . 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Gato Azul da Rússia com uma elegância imperial

Não se pode definir com exatidão a origem desta raça. Às vezes, o gato azul da Rússia é confundido com o gato chartreux, embora seu talhe seja bem mais esguio. Ele é classificado na categoria dos gatos exóticos de pêlo curto. o gato azul da Rússia é um animal bastante vivo e dócil, e tem um miado particularmente melodioso.
  O corpo deste gato é longilíneo e gracioso. Suas patas são delgadas e o pescoço, fino e ligeiramente curvado. O focinho tem formato de um V e as orelhas, pontudas e estreitas na base, são recobertas por uma pele fina e quase transparente. Os olhos amendoados têm uma cor verde-esmeralda especialmente luminosa. A pelagem lustrosa e densa varia do cinza ao azul.
 Silencioso e calmo, é um dos raros gatos que aceita ser conduzido em coleira. É excelente caçador, embora o comprimento de suas patas às vezes o atrapalhe.



Características

Como características do  gato azul da Rússia, temos um felino com um formato de corpo e cauda bem alongados, transmitindo assim elegância e ao mesmo tempo agilidade em seus movimentos.
Costumam ser gatos de coloração azul prateada, sua pele é extremamente fina e curta, por isso é importante que se tenha cuidado ao realizar a escovação.
Uma característica bastante interessante e presente neste gato de raça do gato azul da Rússia  certamente são seus olhos bastante expressivos e realçados, que podem ainda em raros casos aparecerem em tom âmbar.
É uma raça mediana, que possui um corpo alongado, bastante musculoso, sua cauda comprida e suas patas delgadas poderão o ajudar a acentuar ainda mais a sua beleza. Em sua cabeça podemos perceber, por exemplo, um formato oval, com um nariz considerado nem muito grande nem muito pequeno, e olhos de tamanho médio que são expressivos e ovais.



Pelagem

Sua pelagem normalmente é fina e curta. Estando sempre disposta em uma capa dupla que se separa do corpo graças a sua densidade. Esta capa dupla costuma dar a raça um ar mais felpudo bastante característico. Por este motivo é recomendado que seja feita uma escovação regular, e é necessário que se levante o pelo ao escovar para que ele não fique liso. Além disto, o gato desta raça possui uma dupla pelagem que protege de temperaturas negativas e fazem com que ele se sinta em sua terra natal.
Sua cor mais comum é um azul acinzentado ou azul de tonalidade média com brilhos prateados.

Temperamento

O gato azul da Rússia  é um gato extremamente dócil, excelente para companhia pelo seu dono e temperamento tranquilos, bastante tímido e discreto gosta de crianças. São felinos bastante brincalhões, porém muito reservados com estranhos. Costumam ser boas companhias para pessoas sozinhas, e idosos, além de ter uma boa facilidade para se adaptar com cães.
São uma boa alternativa para pessoas que possuem muitas tarefas e que não conseguem dar atenção o tempo todo para o bichano, já que eles conseguem muito bem passar um bom tempo brincando sozinhos com seus brinquedos. É muito conhecido por ser uma raça dócil e muito equilibrada, chegando até mesmo a ser bem tranquila em qualquer ambiente.

Habilidades

Os felinos da raça gato azul da Rússia  são excelentes caçadores de pequenos animais, e certamente você irá se deparar com ele caçando pequenos insetos, seu brilho nos olhos indicam o que está à procura, e principalmente o foco de onde a sua visão está para que planeje um ataque. Muitas vezes tem a habilidade de ser imperceptível, e realizar um ataque em seus donos, porém tudo não passa de uma grande brincadeira.
Adoram correr, pular, sabem receber ordens e obedecer muito bem, possuem grandes habilidades para assimilar informações e não cometem muitas vezes o mesmo erro, como por exemplo, fazer suas necessidades onde não deveria.
Não gostam de ser guiados ou mesmo conduzidos por coleiras, por isso deverão ser sempre soltos para serem mais felizes. Se você quiser este é um gato exemplar para treinos e exposições de atividades diversas, que certamente com carinho e paciência ele irá aprender muitas coisas divertidas e fazer todos em sua volta ficaram maravilhados com suas capacidades.

Saúde

O gato azul da Rússia  não possui nenhum tipo de propensão a qualquer problema de saúde genético em particular, e ainda tendem a ser bastante resistentes. Raríssimos casos contam com doenças de origem genética ou mesmo problemas de saúde crônicos. Possui uma alta expectativa de vida por isso é recomendado principalmente para pessoas que moram sozinhas.


Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Felidae

Características:
Comprimento: cerca de 35 cm
Focinho em V


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Pastor Alemão um ótimo amigo ou um feroz inimigo



Um cão policial ou pastor alemão luta até a morte para defender seu dono. Esse tipo de cachorro é encontrado nas forças armadas e corporações, onde os animais são utilizados não só como ferozes guardas, como também para seguir pistas de pessoas foragidas ou desaparecidas, patrulhas e operações de salvamento.
A maior parte dos cães policiais são pastores alemães. Como o nome indica, esses cães originalmente vigiavam rebanhos de cordeiros. São hoje o tipo mais comum de cão policial, à frente do dobermann e do boxer.
 Inteligentes e fáceis de treinar, são utilizados muitas vezes como guias de cegos para busca e salvamento em montanhas.
Podem também ser treinados como bons cães domésticos e são especialmente afetuosos com as crianças,mas cuidado, em certas situações um cão policial pode confundir o dono com um ladrão e pular em seu pescoço.


Temperamento da raça Pastor Alemão
Conhecido por sua notável inteligência e aptidão ao treinamento, o Pastor Alemão é um cão essencialmente dócil, amoroso com seus familiares e de caráter calmo e tranquilo. É, sem dúvida, um cão ativo, de porte atlético, muito rápido e ao mesmo tempo resistente, dotado de uma espetacular auto-confiança. O caráter é uma das qualidades mais importantes da raça. É um cachorro equilibrado, apresenta grande desenvoltura, atitude vigilante, incorruptibilidade, fidelidade e muita coragem na defesa.
O Pastor Alemão é um cão atento, curioso, sempre disposto a agradar. Gosta da presença de seus dono e familiares e procura manter-se sempre por perto. É recomendável a socialização precoce para evitar que o cão desta raça possa tornar-se super-protetor em relação a família e seu território. Obediente e sempre disposto a aprender, o Pastor Alemão não é inclinado a fazer amizades com estranhos de imediato, devido a seu caráter protetor. No entanto, não é traiçoeiro, e não ataca inadvertidamente. Demonstra coragem e dureza na defesa do dono e do seu território, Diante de estranhos, demonstra desembaraço e segurança.
Por sua origem e grande capacidade em desempenhar funções relacionadas ao pastoreio, se relaciona bem com outros cães e também com outros animais domésticos. Dotado de um temperamento equilibrado, o cão Pastor Alemão se relaciona bem com as crianças, costuma ser muito tolerante e mostra-se um espetacular companheiro durante as brincadeiras.


Cuidados com o Pastor Alemão
Essa raça é considerada muito ativa e é recomendado que os cães sejam estimulados através de exercícios regulares. Estímulos físicos e mentais ajudam o Pastor Alemão a se tornar um cão saudável e feliz. Como é um cão muito apegado à família, os cães dessa raça adoram as brincadeiras e as aulas de adestramento.
A pelagem dos cães desta raça necessita de cuidados moderados, tanto para a variedade de pelagem curta, quanto para a longa. Em geral, a escovação regular é suficiente para manter o pelo sempre brilhante e bonito, o mais recomendado é escovar de três a quatro vezes por semana. Os banhos regulares também são importantes para manter a pelagem saudável. Durante o verão, os banhos podem ser mensais ou até quinzenais. Evite os banhos quando o tempo estiver muito frio, e durante o inverno procure deixá-lo completamente seco após os banhos e sempre seque bem as orelhas. Apesar das orelhas do pastor Alemão não serem caídas, a limpeza regular é recomendada para esta raça, o ideal é repetir a limpeza de orelhas a cada quinze dias.
Alguns cães desta raça, em especial aqueles menos ativos fisicamente, como por exemplo os animais mais velhos, podem precisar do corte de unhas de quando em quando. Procure observar se as unhas não estão muito grandes, e caso o seu cachorro não esteja afiando as unhas adequadamente, é importante mantê-las aparadas.

Descrição e aparência da raça Pastor Alemão
O Pastor alemão é um cachorro bem balanceado, apresenta estrutura levemente alongada, robusta e musculosa; sólida, porém de ossatura fina. A cabeça tem tamanho proporcional ao corpo, com focinho relativamente longo, stop moderadamente marcado e trufa preta, muito bem pigmentada. Os olhos de formato amendoado, são de tamanho médio, sutilmente oblíquos e não proeminentes, de cor escura.
As orelhas do Pastor Alemão são de tamanho médio, eretas, portadas elevadas e alinhadas, sem inclinação lateral. A cauda é longa, estendendo-se até pelo menos a ponta do jarreta, apresentando uma pelagem ligeiramente mais longa na sua porção inferior.
O Pastor Alemão é criado nas variedades de pelo com camada dupla e de pelo externo longo e duro, ambas com a presença de sub pelo.
Pelo de camada dupla: O pelo de cobertura é denso, duro e fechado. Apresenta-se mais curto na cabeça, incluindo a parte interna das orelhas, a face cranial dos membros, pastas e dedos, sendo mais longo e denso no pescoço.
Pelo externo longo e duro: nesta variedade o pelo externo é longo, macio e não tão fechado, apresentando tufos nas orelhas e nos membros. No pescoço, a pelagem é um pouco mais longa, densamente coberta, quase formando uma juba.
A cor da pelagem da raça Pastor Alemão é o preto com marcas marrom avermelhado, marrom e amarela, até a cinza claro. Preto unicolor ou cinza com um sombreado mais escuro (encarvoado); máscara e manto pretos.






Filo: Chordata 
Classe: Mammalia
Ordem: Carnívora
Família: Canidae 
  Características:
(pastor alemão) 
Altura: 60 cm 
Peso: 30 kg 
Expectativa de vida: de 9 a 13 anos
Origem: Alemanha
Até 8 filhotes por ninhada



 


Como contornar o problema de cachorro bravo

Muitos donos de cachorros sofrem com os animais  mais agressivos, que podem passar a sua agressividade não apenas para visitas, mas também para os próprios donos. É possível adestrar e domar um cão bravo e acabar com os dias do cachorro atacando e mordendo pessoas. Entenda como tratar e solucionar esse problema e entenda quais são as causas mais comuns para ele acontecer.
Por que acontece de o cão ficar bravo


A agressividade é algo instintivo entre os cães. Mas existem algumas circunstâncias que podem despertar esse instinto no animal. Existem várias causas que podem despertar a agressividade e tornar um cão bravo, como, por exemplo:

1 – Dor

Muitos cães ficam bravos por causa da dor. E acabam reagindo de forma agressiva quando alguém encosta no local ferido.

2 – Liderança

Quando se tem mais de um cão em casa, é normal que haja uma certa competição entre eles. E, muitas vezes, o cão fica bravo para brigar por liderança, com o objetivo de se impor.

3 – Medo

O medo pode deixar o cão bravo e em estado de alerta. Por isso, cães que estão com medo podem reagir de forma agressiva. Então, se ele se sente intimidado, leva um susto ou está apanhando, ele pode reagir de forma violenta contra o dono ou a família.

4 – Lado maternal

As cadelas, quando estão com seus filhotes podem reagir de forma agressiva quando alguém se aproxima de seus filhotes.

5 – Reação predatória

Geralmente é causada pelo instinto de caça do cão, especialmente aqueles que ele considera como uma presa.



Como adestrar um cão bravo?
É plenamente possível adestrar um cão bravo, mas a solução adequada varia de caso a caso.

Primeiro, leve o seu cachorro para a consulta com um veterinário. A agressividade pode ter causa médica. O cão pode estar com dores, o que pode ser facilmente identificado pelo veterinário, que irá medicar o animal. Nesse caso, o cão deixa de ficar bravo com o tratamento.

Já se a agressividade do cachorro for causada por motivos comportamentais, você pode recorrer a técnicas de adestramento efetivas, como as que eu ensino em meu livro. Outra solução que pode ajudar a melhorar o comportamento animal, a castração do cachorro pode ajudar bastante.

Grande parte dos treinadores afirma que o ideal é que o dono do cão bravo deve se impor e mostrar que é o líder. Jamais o cão deve achar que está acima do seu dono, pois isso reforça o comportamento agressivo e territorialista do cachorro.

Enquanto você não começa a adestrar o seu cão, evite as situações que incitam a sua agressividade, como se aproximar dele enquanto dorme, come ou esteja roendo o seu osso, entre outras. Evite também assustar o cão.



Lições valiosas

Algumas atitudes dos donos podem ajudar o cão a melhorar essa característica, seja ela de origem genética ou adquirida com o tempo. Reunimos as mais importantes.
A principal dica é nunca tentar tratar problemas de agressividade com mais agressividade – métodos punitivos, que usam força física ou violência, não mudam o comportamento e podem piorá-lo.
Um fator importantíssimo é a forma com que o filhote é educado na sua fase de sociabilização (dos 45 dias até o 3º mês). Neste período, o cão deve ser apresentado a maior quantidade de estímulos possíveis (pessoas, outros animais, objetos, sons, etc.) de forma gradual e positiva, para que se habitue a isso e tenha menos chances de se tornar agressivo futuramente.
Procure saber exatamente o que causa agressividade no cão. Por exemplo, se o cão se mostra agressivo quando estranhos tentam fazer carinho, peça às pessoas que não o façam e que, em vez disso, ofereçam um petisco se o cão se mantiver calmo. Simule essas situações, iniciando a uma distância onde o cão não demonstre nenhuma reação de agressão, e recompense-o pelo comportamento adequado – sempre levando em conta a segurança, mantendo o cão na guia. É importante evoluir gradualmente, sem estressar o cão.
Também é importante realizar um treinamento de obediência básica, onde o cão aprenderá que para conseguir o que quer, ele precisará fazer algo “educado” em troca (para ganhar um petisco, deve aguardar sentado, por exemplo).
A melhor forma de modificar o comportamento agressivo é usar técnicas baseadas em reforço positivo, como a dessensibilização e o contracondicionamento, que visam fazer com que o cão fique menos sensível ao estímulo, demonstrando um comportamento diferente do que estava habituado.
Com auxílio do veterinário é possível detectar os casos em que é necessário utilizar medicamentos específicos, mas essa medida é somente a critério médico.

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