quinta-feira, 23 de outubro de 2014

O animal ideal para cada signo.E qual é o do seu signo ?






Signo  de Áries

Áries
O ariano não é uma pessoa muito voltada para cuidar de bichinhos de estimação, mas isso não quer dizer que não goste deles. Pelo contrário, adora mesmo, especialmente se tiver alguém que possa tomar conta de seus cuidados. Mas os animais mais selvagens fazem mais a cabeça do ariano, como os grandes felinos e os predadores em geral. Instintivamente influenciado por Marte, o deus da guerra, arianos gostam de animais que mostram sua força e certa violência. Em se tratando de animais domésticos, podemos falar nos cães de guarda, como o rottweiler e o pitbull.




Signo de Touro

Touro
O taurino, apesar de bastante bravo quando roubam sua paciência, é uma pessoa pacífica. Por ser uma pessoa caseira, costuma adorar os animais, especialmente os domésticos. Os taurinos possuem dois lados, um mais venusiano e outro mais agressivo, resultado de sua oposição a Escorpião. O lado mais doce adora os bichinhos pacíficos como os gatos, especialmente os persas, e os cachorrinhos pequenos, como o lhasa apso e os poodles. Já os taurinos mais agressivos preferem os cães de guarda grandes e mais violentos, como o fila brasileiro e o rottweiler.




Signo de Gêmeos

Gêmeos
O geminiano não gosta muito de trabalho doméstico e nem é muito caseiro, então sempre vai preferir animais que não lhe deem muito trabalho. Pode até ter cachorros, mas os menores e magros que são mais independentes e rápidos. Os de corrida certamente estarão de acordo com seu temperamento agitado e poderão ser bons companheiros. Os gatos também podem agradar esse signo, mas pela sua independência, não seriam bons companheiros de caminhada ou de corrida, por exemplo. Os pássaros, especialmente os que cantam, também podem agradar esse agitado signo de ar. O essencial aqui é o geminiano sentir que tem em seu bichinho de estimação uma boa companhia.





Signo de Câncer

Câncer
Cancerianos são pessoas doces e que vivem para cuidar dos que amam. São caseiros e adoram todos os animais, domésticos ou não. Gostam de cachorros, gatos, pássaros, ou qualquer outro animalzinho domesticável para viver junto de si e fazer parte da família. Os gatinhos e cachorrinhos pequenos são os mais amados por esse signo, pois são animais mais frágeis e dependentes. Sim, porque toda pessoa de Câncer adora tudo e todos que dependam dela. Quanto mais cuidados precisarem, mais eles gostam e se apegam. Quando filhotes, dedicam-se como se fosse um filho. O maltês e o poodle toy são os mais desejados por esse signo.



Signo de Leão

Leão
Leoninos são pessoas exuberantes e muitas vezes exóticas, dando sempre preferência a animais diferentes do comum. Os cães pequenos não agradam o leonino, preferindo sempre os grandes e peludos, como alusão à cabeleira leonina. O chow-chow, apesar de ter um tamanho médio, costuma agradar nosso Leão pela cor dourada e pela sua vasta cabeleira. O afghan hound, pelo seu porte altivo, exotismo e quantidade de pelos que lembra mais os cabelos de uma mulher, ou o suíço bernese mountain dog, que além de extensa pelagem, está entre os cães mais inteligentes e raros do mundo, são exemplos de cães que agradam aos leoninos.



Signo de Virgem

Virgem
Virginianos são seres voltados para a terra e a natureza. Por mais urbanos que sejam, dão sempre um jeito de estarem conectados a ela. E uma ótima maneira de estarem em contato com a terra é ter bichinhos de estimação. O virginiano é caseiro e cuidadoso, portanto, seu bichinho terá a melhor casinha que puder dar a ele, assim como a melhor alimentação, pois toda pessoa de Virgem é bastante preocupada com a saúde dos que ama. Os cachorros nunca serão os de guarda, preferindo sempre os caçadores, que poderão ser ótimos companheiros de viagens, como o cocker spaniel, o basset hound e os setters inglês e irlandês.







Signo de Libra

Libra
Librianos são regidos pela deusa Vênus e adoram tudo o que é belo e que mostra equilíbrio. No geral, não são muito de animais domésticos, mas se decidirem tê-los, devem ser os mais belos da espécie. Acredito que os felinos estejam mais de acordo com esse signo, não descartando a possibilidade de os cães também estarem sob sua preferência, mas devem ser pequenos, bonitos e delicados, como os cães de apartamento minipoodles, shih-tzu e pequenos terriers, especialmente yorkshires. De uma forma ou de outra, a beleza de seu animalzinho deve estar sempre presente.




Signo de Escorpião

Escorpião
Escorpianos são pessoas que, por mais suaves e delicadas que aparentem ser, carregam dentro de si uma boa carga de violência. Portanto, gatinhos, a não ser que seja uma jaguatirica, não farão parte dos planos de animais domésticos de uma pessoa de Escorpião. Escorpiões gostam de força, foco, determinação e agressividade e por isso os grandes animais de guarda estarão sempre entre os seus preferidos. Quanto mais temidos forem, mais treinamento exigirem, mais serão amados e respeitados pelos seus donos. Por isso o mastim napolitano, que está entre os cães mais ferozes do mundo, assim como o pitbull e o rottweiler estão entre os seus preferido.




Signo de Sagitário

Sagitário
Sagitarianos são seres livres e adoram a vida natural. Sua relação com os animais é sempre bastante gostosa, espontânea e positiva, tanto os mais selvagens quanto os domésticos. Pássaros, para todo autêntico sagitariano, devem estar em liberdade, nada de pássaros engaiolados. Sagitarianos adoram cavalos, pois o Centauro se identifica com essa energia selvagem de liberdade. Sagitarianos mais introspectivos e intelectuais escolherão os gatos, pois são mais silenciosos e misteriosos. Já os mais sociais preferirão os cachorros, sempre os grandes e esbeltos, que podem ser os de corrida, como os galgos, ou os afghan hounds.




Signo de Capricórnio

Capricórnio
Capricornianos são caseiros e adoram companhias silenciosas e discretas. Os gatos podem ser uma grande companhia para as pessoas desse signo e, se assim escolherem, vão sempre preferir as raças maiores como o maine coon, um raro gato de origem americana. O robusto british shorthair, cinza, a cor de Capricórnio, e com musculatura forte também pode agradar as pessoas desse signo. Caso optem pelos cães, vão preferis os mais silenciosos como o husky siberiano e o chow-chow. O silêncio é algo precioso para todo capricorniano e todo cachorro que lata por qualquer coisa não vai conquistar seu coração.






Signo de Aquário

Aquário
Aquarianos não são muito ligados em animais, pois são seres bastante mentais e independentes, preferindo não ter nada e ninguém dependendo de seus cuidados. No entanto, isso não quer dizer q toda pessoa de Aquário se recuse a possuir um animalzinho de estimação. Caso escolha um, deve ser o que não dê trabalho no dia a dia e que não seja tão dependente. Gatos são os melhores companheiros para as pessoas de Aquário, pois ambos possuem temperamentos parecidos no que diz respeito a necessidades de afeto. O amor que chegue é sempre bem vindo, assim como o carinho, mas nada que complique sua necessidade de ser ou de estar no momento e no lugar que escolher.






Signo de Peixes

Peixes
Piscianos são pessoas sensíveis, com o coração sempre para amar, e adoram cuidar dos mais frágeis como eles. Quanto mais dependentes forem os animaizinhos que elegerem, mais vão amá-los, pois à sua imagem e semelhança criarão uma relação de presença constante, grande amizade e até de dependência. Os felinos podem combinar com o temperamento silencioso, misterioso e aquático do pisciano, mas certamente os cachorros de companhia serão os mais indicados para esse delicado signo. Cães como o lhasa apso, o pug, o maltês, o yorkshire e o poodle toy serão sempre boas companhias para as pessoas desse signo.


Cães com focinhos achatados têm mais probabilidade de ter problema ocular




Quem tem cachorro em casa deve ficar atento a problemas nos olhos dos animais, principalmente quem tem cães da raça pug ou shar pei. Uma condição bastante comum que atinge essas duas raças é a pálpebra invertida, chamada também de entrópio. Essa afecção ocular tem causas genéticas e acontece quando a pálpebra se inverte, fazendo com o que os cílios fiquem em contato direto com os olhos. A longo prazo, isso traz diversas complicações e pode resultar na perda da visão do cachorrinho. 

De caráter hereditário, ou seja, passando de pais para filhos, essa afecção é comum em cachorrinhos que tenham o focinho achatado, como no caso dos pugs, chegando a atingir de 90 a 95% dos cães dessa raça. No caso do shar pei o problema se agrava pelo excesso de pele. Os donos de cachorros não costumam perceber o problema no começo, mas é importante avaliar se o cão está com secreção ocular, olho opaco, ou alguma mancha. “Os proprietários devem procurar um especialista para exames de precaução, antes que o entrópio se agrave”, recomenda o oftalmologista veterinário Fábio Brito. 

A fotógrafa Luana Alencar viu esse problema em seus dois cães da raça pug. O primeiro a apresentar a doença foi a Maria, de quase dois anos. Durante uma brincadeira, ela notou que  a cachorra começou a ficar com os olhos fechados e quando a levou ao especialista foi descoberto o entrópio. “Não tinha nada que mostrasse alguma indicação do problema, ela só lacrimejava muito”, conta Luana. A córnea da cadelinha já estava em processo avançado da doença e estava ulcerada. O tratamento foi feito com colírios antibióticos, mas mesmo assim a cirurgia foi necessária para precaver de uma nova ocorrência.

Com seu outro pug, Bumblebee, três anos, o problema foi o mesmo, mas o cão precisou fazer uma cirurgia que retirou também uma parte da sua bochecha. Hoje os dois cachorrinhos estão muito bem. “O oftalmologista indicou vida normal após a recuperação, que é muito rápida, e a aplicação diária de um gel que ajuda nesse processo anti- ressecamento”, explica a proprietária. 

“Normalmente quando o entrópio acontece ele acomete os dois olhos do cachorrinho. A cirurgia nesses casos é indicada a partir dos oito meses de idade e é o único tratamento que, se bem feito, previne o aparecimento da afecção novamente”, explica Fábio Brito. O processo cirúrgico consiste em remover o excesso de pele e depois o cãozinho precisa usar um colar protetor que impeça que ele coce ou machuque a região.


Higiene ou instinto? Descubra porque os gatos enterram as fezes




Os gatos, muita vezes, são considerados animais mais higiênicos que os cães por enterrarem suas fezes. Mas o que os tutores não sabem é que os felinos fazem isso por autopreservação. Os gatos escondem seus dejetos para não denunciar a sua presença no local para algum possível predador.

Já no caso oposto, deixam expostas quando pretendem marcar território. Segundo a médica veterinária especializada em felinos Maria Virgínia de Freitas Barbosa,“O odor das fezes é desagradável para o próprio animal, que enterra os excrementos para poder se livrar do mau cheiro e despistar possíveis farejadores. Mesmo o gatinho vivendo em ambiente doméstico, sem nenhuma ameaça aparente, ele mantém o hábito por instinto.”

Entre os felinos, o dominante não esconde as fezes, por isso quando os gatos enterram seus dejetos é um sinal de subordinação ao seu tutor. A ação de enterrar acontece nos ambientes próximos ao local de alimentação e de descanso. Já nas áreas externas, eles deixam expostos para delimitar as fronteiras do seu território.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A magia da construção do ninhos dos pássaros



As aves constroem ninhos de todos os tipos, colados, costurados,tecidos, esculpidos e escavados.


Usam os mais diversos materiais, como folhas, saliva, pelo de outros animais e até lixo produzido pelo homem.
São ninhos pendurados em árvores, escondidos em ocos de cactus, dentro de cupinzeiros, atrás de cachoeiras, no meio de lagoas, em paredões de pedra e até em torres de igrejas.
Algumas usam ninhos prontos que outros pássaros já usaram e abandonaram.
Outras dividem o ninho com outros animais, por conveniência ou por pura preguiça mesmo.
Alguma aves enfeitam o ninho e outras não aceitam acasalar com um par que não saiba construir um ninho adequado.
Alguns invadem os ninhos dos outros e lhes impõe os filhotes, e outros fazem ninhos a prova de invasões.




 Tipos de Ninhos, Ovos e Filhotes


- Ninhos:
As aves utilizam seus ninhos para a postura dos ovos, incubação e cuidado com os filhotes. Na época da-reprodução é a casa e maternidade da ave.
Podemos encontrar ninhos de várias formas e tamanhos e construídos com diversos materiais. Citamos a seguir alguns tipos que podem ser encontrados.

Ninhos pouco elaborados


Ovos colocados no solo. Ex: quero-quero, inhambus, bacuraus.




Cavidades existentes em árvores. Ex papagaios, araras, arapaçús, pica-paus.



Ninhos bem elaborados:


Construídos com barro em forma de forno. Ex. João-de-barro.




Construídos com gravetos, apoiados ou pendurados. Ex:. pombas, sabiás e a maioria dos passarinhos.



Construídos com fios, teias e musgos em forma de tigela. Ex.: beija-flor, balança-rabo-de-máscara.




No entanto existem aves que não constroem ninhos e colocam seus ovos diretamente sobre o solo nu (batuíras, talha-mar, aves de praia) ou sobre galhos e tronco de árvores (urutau).




Existem aquelas que aproveitam ninhos abandonados de outras aves, como é o caso de algumas andorinhas, tuim e canários-da-terra que podem reutilizar o ninho do joão-de-barro.
Outras são consideradas parasitas, pois colocam seus ovos em ninhos de outras aves ainda em fase de choco para que seus filhotes sejam criados por elas. Ex: chopim ou pássaro-preto.
Um  caso interessante é o do pinguim-imperador, onde o macho assume a incubação e devido ao solo congelado, o único ovo permanece todo o tempo sobre os pés da ave, em contato com o  ventre, que fornece o calor necessário para a incubação.

 Ovos:


Os ovos também podem variar na forma, no tamanho e na coloração.
Quanto à forma, podem existir ovos esféricos, cônicos ou ovais.
O tamanho varia de acordo com o tamanho da ave e a coloração pode ser uniforme (branco, azulado) ou com várias pintas e manchas.
A coloração é importante na camuflagem dos ovos, principalmente aqueles colocados diretamente no solo nu.

 Filhotes:


No que diz respeito ao tipo de dependência dos filhotes aos cuidados dos pais, eles podem ser separados em muito dependentes (Nidícolas) ou pouco dependentes (Nidífugos).
Os filhotes nidícolas nascem nus (sem penas), com os olhos fechados.
Permanecem por longos períodos no ninho e precisam constantemente dos cuidados dos pais. Ex: garças, pombas e a maioria dos passarinhos.

Os filhotes nidífugos apresentam um desenvolvimento bastante rápido. Já nascem cobertos de plumas, com os olhos abertos e com três ou quatro dias de vida já abandonam o ninho, mas ainda continuam sendo alimentados pelos pais. Ex: marrecas, aves migratórias.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

História do adestramento canino e do Clicker




Os cães acompanham os homens desde os tempos mais remotos. Há registro, nas cavernas, da associação, para trabalho mútuo, dos nossos ancestrais com os lobos. A utilização de cães, como auxiliares de trabalho, começou com os caçadores ingleses e criadores de cavalos no final do século XVIII quando começaram a utilizar os foxhounds e os beagles nas caçadas imperiais.

    Por ocasião da 2ª Grande Guerra Mundial (1939-1945) os alemães, que já treinavam cães para caça, tiveram a idéia de aproveitar as habilidades dos pastores alemães como cães de guerra.

    Inicialmente treinavam os cães a se alimentarem embaixo dos tanques de guerra, depois deixavam-nos com fome, recusando-lhes a alimentação por três a quatro dias e levavam-nos aos campos de batalha com uma bomba atada ao colete. Os cães famintos, ao visualizarem os tanques inimigos, corriam para obter os alimentos sob os tanques, quando eram sacrificados.

    Com a grande baixa de soldados, a guarda das fronteiras com a França, Holanda, Bélgica e Espanha foi exercida com a ajuda de 33.500 cães adestrados entre pastores alemães e dobermans, quando passaram à função de guarda.

    Mesmo depois de assinado o armistício, ainda que, com um grande avanço tecnológico dos meios de comunicação, o crescente aumento de veículos e a grande sofisticação do armamento não mais foi possível dispensar a função de guarda dos cães.

    O desenvolvimento do adestramento no pós-guerra foi atribuído ao crescimento da criminalidade mundial devido ao grande desnível socioeconômico conseqüente do êxodo rural e do grande desenvolvimento industrial e urbano.

    Surgem, então, as grandes escolas policial-militares, para adestramento de cães de polícia, quando “pegou” o apelido do pastor alemão de “cão policial”.

    Passada a fase crítica do pós-guerra, nos anos 60, equilibrou-se a economia européia e essa grande quantidade de cães policiais foi perdendo suas funções. Nesse período, os criadores particulares começaram a se interessar em promover competições de obediência, quando surgiu o esporte do adestramento de cães de guarda, bem como, as entidades como a VDH (Verrein für das Deutsche Hundewesen) desenvolveram-se sobremaneira. Começou então a participação, em competições, de outras raças como o dogue alemão, bóxer, schnauzer, leonberger, rottweiler etc.



Adestramento – História do clicker






Keller e Marian Breland foram alunos de Skinner e expandiram suas técnicas para adestrar vários outros tipos de animais. Na década de 50, Keller Breland começou a desenvolver um programa de adestramento para mamíferos marinhos. Por razões óbvias é difícil recompensar um mamífero marinho rapidamente, pois ele fica na água, enquanto o adestrador costuma estar a alguma distância, no solo.

Breland resolveu este problema com o desenvolvimento de um marcador, ou sinal, que mostraria ao animal que ele desempenhou algo corretamente e receberia uma recompensa em seguida. Breland usou o condicionamento clássico para associar um sinal a uma recompensa, fazendo com que o animal soubesse que, ao ouvir o sinal, receberia uma recompensa. Então ele usou o condicionamento operante para moldar o comportamento utilizando recompensas positivas.

O marcador ajuda a reforçar o comportamento correto porque é imediato. Mas ele não é a recompensa, ele é um sinal de que o comportamento foi correto e uma promessa de que uma recompensa está a caminho. Como os mamíferos marinhos são normalmente orientados a se comunicar pelos sons, fazia sentido utilizar um apito como marcador.

Na década de 60, Karen Pryor utilizou as mesmas técnicas de reforço positivo para treinar. Ela percebeu as vastas aplicações deste tipo de modificação comportamental e em 1984 escreveu o livro “Don´t Shoot the Dog”, que apesar do nome,não fala sobre adestramento de cães, mas sobre o uso do reforço  positivo para moldar o comportamento.

Pryor usava um clicker como marcador para começar a moldar o comportamento dos cães, assim como de vários outros animais e é o nome mais associado ao adestramento com clicker moderno.

Os adestradores de golfinhos costumam usar apitos, já os peixes podem ser adestrados ligando e desligando uma lanterna, assim como coleiras vibratórias podem marcar o comportamento de cachorros surdos. O marcador pode ser qualquer coisa, desde que seja curto, específico e consistente. Deve-se, no entanto, ter cuidado ao usar a voz como marcador principal, já que o tom nem sempre é consistente e as palavras ou qualquer som que façamos também podem ser usados em conversas comuns e acabar perdendo importância.

Para aprender a usar o clicker para adestrar seu cachorro leia a matéria “Como adestrar com clicker”.
Agora veja como é feito com os golfinhos.

Adestramento de golfinhos

Uma das grandes atrações num parque marinho são os saltos e as piruetas sintonizados na perfeição.
Porém, muito antes dos treinadores darem o comando para estes saltos e piruetas, eles têm de começar por um objetivo mais básico – conseguir que o golfinho salte uma vez. A maneira mais simples é a de esperar pelo comportamento (um salto) e
dar um peixe (reforço).
Durante vários dias reforçam todos os saltos e ao fim de uma semana, o golfinho terá aumentado a frequência de saltos. De fato, o mais provável é ele começar a saltar sempre que vê o treinador aproximar-se com um balde de peixes.
Depois de aumentada a frequência dos saltos, o próximo objetivo é conseguir saltos mais altos e por aí afora até se conseguir uma rotina completa de saltos e piruetas.
Esse processo denomina-se “moldar o comportamento”

Quando o golfinho salta, o treinador apita o momento em que o golfinho atinge a parte mais alta do salto. Ao fim de uma série de repetições, o golfinho terá aprendido que se não ouve o apito não recebe a recompensa.
Através de tentativas, aprenderá que um salto baixo nunca causa um apito, mas um salto alto sim. O apito transmite que o que fez é a ação pretendida pelo treinador, enquanto que a ausência do apito transmite que não praticou o comportamento esperado.


A importância do adestramento





O cão deve ser adestrado para que haja uma coexistência saudável na relação homem/animal. Existe uma variedade de raças, já passando de 400, sem contar com as misturas acidentais ou propositais, que geram por sua vez os SRDs tão comumente conhecido como vira-latas. As raças estão divididas em grupos, nos quais encontraremos: cães de pastoreio, cães farejadores, cães de caça, cães de trabalho, cães de companhia, e terriers.
Quando você pega um cão terrier, por exemplo, que foi desenvolvido para ser um cão para caçar pequenos animais como os ratos, e que tem por extinto cavar buracos e latidos barulhentos, e coloca esse mesmo cão dentro de um ambiente que não lhe é propício, a tendência é que esse mesmo cão vá te trazer inúmeros problemas, fazendo assim mais que necessário o adestramento. Com isso você poderá adequar um cão em outro ambiente e trazer um maior conforto para seu lar. Esse mesmo procedimento serve para os outros cães tanto do mesmo grupo quanto de grupos diferentes.
Estudos apontam que a maior causa de abandono de animais são os menores de 2 anos de idade, justamente por que estão em sua fase de aprendizado, descobrindo como devem se comportar e tendo o homem como seu líder. Sendo que este, por sua vez, raramente está apto para domesticar seu animal, justamente por não entender o comportamento canino. Em outras partes do mundo também é muito comum a eutanásia, pelo simples fato dos cães se tornarem rebeldes na sua infância e juventude. Eu sempre bato na mesma tecla: não existe cães que não são adestrados. A diferença é que alguns são adestrados para obedecer e outros para desobedecer, mesmo que o dono o faça inconscientemente.
É claro que a tendência de certos hábitos é notória conforme a raça e o ambiente, mas esses geralmente são reforçados pelo dono.
O cão deve ser adestrado para que haja uma coexistência saudável na relação homem/animal. Existe uma variedade de raças, já passando de 400, sem contar com as misturas acidentais ou propositais, que geram por sua vez os SRDs tão comumente conhecido como vira-latas. As raças estão divididas em grupos, nos quais encontraremos: cães de pastoreio, cães farejadores, cães de caça, cães de trabalho, cães de companhia, e terriers.
Quando você pega um cão terrier, por exemplo, que foi desenvolvido para ser um cão para caçar pequenos animais como os ratos, e que tem por extinto cavar buracos e latidos barulhentos, e coloca esse mesmo cão dentro de um ambiente que não lhe é propício, a tendência é que esse mesmo cão vá te trazer inúmeros problemas, fazendo assim mais que necessário o adestramento. Com isso você poderá adequar um cão em outro ambiente e trazer um maior conforto para seu lar. Esse mesmo procedimento serve para os outros cães tanto do mesmo grupo quanto de grupos diferentes.
Estudos apontam que a maior causa de abandono de animais são os menores de 2 anos de idade, justamente por que estão em sua fase de aprendizado, descobrindo como devem se comportar e tendo o homem como seu líder. Sendo que este, por sua vez, raramente está apto para domesticar seu animal, justamente por não entender o comportamento canino. Em outras partes do mundo também é muito comum a eutanásia, pelo simples fato dos cães se tornarem rebeldes na sua infância e juventude. Eu sempre bato na mesma tecla: não existe cães que não são adestrados. A diferença é que alguns são adestrados para obedecer e outros para desobedecer, mesmo que o dono o faça inconscientemente. É claro que a tendência de certos hábitos é notória conforme a raça e o ambiente, mas esses geralmente são reforçados pelo dono.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Tudo sobre a gestação de uma gata



O período de gestação de uma gata dura cerca de nove semanas. É normal que ela dure entre 57 a 65 dias. A gata prenha passa por várias mudanças físicas conforme progride nos três trimestres de gestação. Geralmente ela dá à luz uma ninhada de dois a seis gatinhos, podendo chegar a oito.

Primeira semana
Uma vez que os óvulos da gata são fertilizados pelo esperma do macho, eles começam a formar uma massa de células que crescem e se dividem. A massa celular é chamada mórula quando 16 células são formadas. Essa mórula se move para dentro do útero da gata, se fixando na parede uterina. O número de mórulas que se implantam e sobrevivem no útero equivale ao número de gatinhos na ninhada. Leva cerca de cinco dias para a mórula alcançar o útero, e ela se conecta à parede uterina dentro de 14 dias após a fertilização.

Segunda semana
Conforme as mórulas se desenvolvem, formando a cabeça e o corpo dos gatinhos, elas passam a se chamar "embriões". Eles vivem dentro de dois sacos de fluidos conhecidos como alantoide e âmnio. O líquido amniótico é composto por nutrientes que os embriões precisam para se desenvolver, tais como sal, açúcar, gordura, proteína e água.

Terceira semana
Conforme o período de gestação continua, a placenta é formada. Ela fixa os embriões à corrente sanguínea da mãe, fornecendo a eles os nutrientes e o oxigênio necessários. A placenta também remove os resíduos corporais dos embriões em desenvolvimento. Depois que a estrutura orgânica deles está formada, eles se transformam em fetos. Isso acontece três semanas depois da fertilização; a gata ainda não demonstra nenhum sinal externo de prenhez.

Segundo trimestre
Durante as próximas três semanas, o feto desenvolve todos os seus órgãos e os sistemas circulatório, muscular e esquelético. O cordão umbilical da mãe continua enviando nutrientes aos fetos. Essa é uma parte importante do período de gestação porque todos os órgãos necessários para um gatinho saudável estão se desenvolvendo. Os fetos começarão a se mover, chutando e virando suas cabeças. Eles também já podem engolir neste ponto. A mãe gata desenvolve uma ligeira "bolsa" na região abdominal durante este período e um veterinário será capaz de sentir os fetos ao examinar a barriga dela.

Terceiro trimestre
Neste ponto do período de gestação da gata, os fetos já têm todos os seus órgãos principais e sistemas corporais. Agora a nutrição da mãe é usada para o crescimento deles. Durante as últimas três semanas da gestação da gata, os fetos crescerão sete vezes até que possam sobreviver fora do corpo da mãe. Os gatinhos agora conseguem abrir os olhos e ouvir sons, e as unhas já crescem. A mãe gata estará notavelmente maior.

7 maneiras de saber se sua gata está prestes a dar a luz
Movimentos e aninhamento
No começo da gravidez, a gata vai ter um comportamento menos alongado que o normal e movimentos precisos e seguros. No fim da gravidez, ela também começará a procurar por um lugar para aninhar. É provável que ela escolha uma área fechada ou o canto de um quarto.

Enjoo matinal e mudanças de apetite
Inicialmente, o enjoo matinal pode levar sua gata a evitar comida. Vômitos também podem ocorrer nesses períodos de enjoo. Apesar disso, quando o parto se aproximar, o apetite da gata vai aumentar significativamente. O peso ganhado da gravidez será concentrado na barriga em vez das outras extremidades do corpo.

Mudanças de aparência
Tetas maiores são os sinais mais óbvios de começo de gravidez em gatas. Elas também estarão mais macias e rosa brilhante. No fim da gravidez, a bariga da gata também estará inchada. Você conseguirá detectar fetos do tamanho de amendoim na barriga inchada quando o parto estiver se aproximando. Não aplique pressão ao sentir esses caroços.

Mudanças de personalidade
Uma gata prenha pode demonstrar comportamento mais afetivo que o usual. Por exemplo, ela pode segui-lo mais frequentemente e miar por atenção. Quando os fetos começarem a se mover, ela vai ficar mais excitada e inquieta.

Contrações
Quando sua gata começar a lamber a área vaginal, espere que contrações sigam logo em seguida. As contrações vão gradualmente aumentar em frequência até que os gatinhos comecem a sair. Por levar várias horas até que ela dê a luz a toda a ninhada.

Parto
Quando a mãe entra em trabalho de parto, ela começa a miar e fica inquieta, procurando por uma área escura e isolada. Sua temperatura cairá dois graus nas 24 horas que precedem o parto. Os miados e o comportamento inquieto podem durar de 12 a 24 horas antes do parto começar. Os gatinhos podem nascer com diferença de minutos entre um e outro, ou com até uma hora de intervalo.



A gata em lactação
Após o parto, a gata apresenta um peso 20% superior ao da altura do cruzamento. Este peso em excesso, composto por reservas de gordura, será integralmente mobilizado para satisfazer as necessidades energéticas durante a lactação.

Com efeito, esta fase requer um gasto energético muito superior ao da gestação. O alimento administrado à gata em lactação tem de conseguir satisfazer as suas elevadíssimas necessidades energéticas.

Após o nascimento dos gatinhos, deve ser administrado à gata um alimento em regime “ad libitum”, ou seja, "à descrição". Este alimento deve apresentar um teor energético bastante superior ao de um alimento de manutenção. Geralmente, o alimento para gatinhos utilizado durante a gestação é, também, adequado à fase de lactação da gata. Deve deixar-se sempre água limpa e fresca à disposição da gata: a desidratação da fêmea, ainda que ligeira, pode comprometer a produção de leite.

Uma gata alimentada "à descrição" durante o período de lactação só retoma o seu peso inicial (anterior à gestação) no momento do desmame, ou seja, 6 a 7 semanas após o nascimento dos gatinhos. Se a gata tiver perdido bastante peso, deve manter-se o alimento de lactação após o desmame das crias, até recuperação do peso ideal.


O desmame dos gatinhos

O desmame é o período de transição do leite para o alimento sólido. À nascença, o tubo digestivo do gatinho está adaptado à digestão do leite materno.

Durante o desmame, a capacidade digestiva do gatinho altera-se, começando a digerir cada vez pior o açúcar do leite. Paralelamente, o gatinho adquire a capacidade de digerir o amido, graças à ativação de uma enzima, a amilase.


O crescimento dos gatinhos
Os fatores que afetam o crescimento e o desenvolvimento do gatinho variam de acordo com o próprio gatinho e com o meio ambiente.

Alguns desses factores são “intrínsecos”, têm um carácter genético…

.Os machos têm maior potencial para crescer do que as fêmeas, mas podem ter um ritmo de crescimento mais lento (várias semanas).

Quanto mais saudável for a mãe melhor será o seu leite e, por isso, o crescimento dos gatinhos será mais rápido.

… e outros são “extrínsecos”, aqueles que dependem
do meio ambiente que rodeia o gatinho.

A falta de higiene é um risco tanto para a mãe como para os gatinhos. O stress pode afetar a ingestão alimentar e perturbar o equilíbrio hormonal dos gatinhos.

Quando a gata tem uma ninhada grande (mais de 5 gatinhos) a quantidade de leite por ela produzida permanece igual tendo, no entanto, de ser repartida por um grupo maior.

Uma gata alimentada com uma dieta de fraca qualidade durante o cruzamento ou a gestação apresenta maior predisposição para ter gatinhos com menor peso à nascença e de não ser capaz de os amamentar.

Uma vez que o ritmo de crescimento dos gatinhos é muito intenso, eles necessitam de um alimento com elevado teor energético, rico em proteínas de elevada digestibilidade e que contenha todos os minerais e vitaminas indispensáveis à construção dos seus músculos e esqueleto.