terça-feira, 9 de setembro de 2014

Marcação territorial de cães e gatos o que significa ?



Entenda a necessidade da marcação de território para cães e gatos, e saiba como contornar a situação quando ela se torna um problema

A marcação de território por animais é uma ação bastante conhecida, tanto pelos donos e amantes de pets como pelos leigos. No entanto, a motivação de cães e gatos que adotam com frequência esse tipo de comportamento pode ser bastante variada, e entender as causas dessas ações pode ser de grande ajuda para evitar que o problema continue.

Embora a marcação de território possa não passar de uma fase na vida dos animais, há casos em que isso vira um hábito, causando muita dor de cabeça e preocupação para os donos de pets que insistem em marcar presença por onde quer que passem.

Além das motivações mais conhecidas – que incluem o envio de uma mensagem para mostrar seu domínio sobre um determinado ambiente e, no caso de fêmeas, para avisar que estão em fase de reprodução – a marcação territorial dos animais também pode acontecer por questões psicológicas do pet que, por ser muito inseguro ou precisar de mais atenção por parte dos donos, pode passar a urinar por toda a casa.

No entanto, nestes casos, o tratamento e o treinamento para que o animal passe a controlar este comportamento é diferente, e os problemas que influenciam o desencadeamento desse tipo de ação devem ser levados em consideração, já que ele não ocorre em função do simples instinto de cães e gatos.

Diversos fatores que incluem doenças e outras complicações com a saúde do animal (além de problemas psicológicos, como a depressão) também podem servir de gatilho para que um pet se comporte como se estivesse marcando território.

Por isso, ao notar ações muito constantes nesse sentido, é sempre uma boa pedida agendar uma consulta com um profissional em comportamento dos animais, já que a simples falta de treinamento e a desobediência de um animal podem ser facilmente confundidos com a marcação territorial. Neste artigo, você aprende um pouco mais sobre este comportamento tão comum na vida de cães e gatos, entendendo que tipo de fatores podem ser relevantes para o seu aparecimento e se informando com boas dicas para controlar seu pet.



Marcação de território de cães



Embora seja algo típico de cadelas no cio, a marcação de território pode ser um comportamento apresentado por machos e fêmeas, sendo que a maior incidência desse tipo de ação ocorre com os machos. A castração dos cães é um fator que pode amenizar um pouco estas atitudes, no entanto, não é garantia de que elas cessem, e muitos cachorros seguem executando as ações características de marcação territorial mesmo depois de castrados.

Entre as diversas causas que impulsionam os animais caninos a agir desta maneira, há uma que também serve como um facilitador para muitos outros problemas físicos e até psicológicos: as mudanças. Tudo o que for novo no ambiente e na vida de um cão com tendências maiores a marcar território pode ser motivo suficiente para que as ações típicas comecem, incluindo desde a colocação de móveis novos na casa até a visita de pessoas desconhecidas pelo pet.

Contando com um faro absolutamente delicado, os cachorros têm no cheiro de sua urina o ingrediente perfeito para se comunicar com outros animais, mostrando que, naquele local específico, quem manda é ele. Por meio do olfato, outros animais que passarem pelo local demarcado como território de algum cão poderão notar tanto que não são bem-vindos naquele ambiente (habitado e dominado por outro cão) como há quanto tempo o “dono do pedaço” esteve por ali.

No caso das fêmeas, a receptividade sexual é a principal mensagem enviada nos casos desse tipo de comportamento, já que – assim como a urina dos cães machos – as substâncias e os hormônios presentes na urina das fêmeas no cio anunciam por grandes distâncias a sua disponibilidade para o acasalamento. Em casos assim, o controle do pet é ainda mais importante, já que a cadela pode atrair mais um grande grupo de cachorros machos, que tentarão marcar território a todo custo nas redondezas para garantir seu domínio sobre a fêmea.

Cachorros que ficam muito sozinhos em casa e se sentem abandonados também podem desenvolver o comportamento de marcação territorial; e nem sempre isso é sinal do aparecimento de alguma complicação psicológica – já que, ao ficar rodeado por espaços que contam com a sua “marca registrada”, os cães se sentem mais seguros, construindo e melhorando sua autoconfiança.

Entre as principais características deste comportamento instintivo dos cães está o fato de que, na demarcação de território, a urina é liberada pelo animal em quantidade bem pequena – ao contrário de quando o animal precisa, simplesmente, fazer suas necessidades fisiológicas.

Outro fator que pode ajudar a diferenciar uma ação de desobediência ou falta de treinamento da marcação territorial é, justamente, o local onde o “recado” é deixado. Móveis, outros cachorros e até pessoas podem acabar vítimas de uma urinada do cão que quer marcar território; enquanto uma poça de urina no meio da sala de sua casa não é um sinal desse instinto, mas sim, um indicativo de que seu pet deve ser adestrado.



Marcação territorial de gatos



O comportamento dos gatos que marcam território é bastante parecido com o dos cães e, além de fazerem xixi nos locais que desejam dominar, os felinos também podem defecar nos ambientes para mostrar o seu comando. No entanto, embora as características das ações sejam parecidas, para os bichanos esse tipo de ação ocorre mais por uma disputa de ambiente, de fato, do que por uma disputa de soberania (como normalmente ocorre com os cães).

Mostrar disponibilidade sexual (no caso das fêmeas) ou interesse no acasalamento também fazem parte das motivações felinas para a marcação territorial, que liberam substâncias hormonais na urina tanto para atrair animais do sexo oposto como para afastar os do mesmo sexo. O afastamento de possíveis competidores, outros animais e o reconhecimento facilitado de novos ambientes e objetos também fazem parte da lista de causas deste comportamento em bichanos.

Diferenciar as ações dos gatos que desejam demarcar um território dos que não são treinados para fazer suas necessidades no lugar correto, no entanto, é muito mais fácil que no caso dos animais caninos.

Além de escolherem locais um pouco mais epecíficos, os gatos que querem mostrar domínio de um ambiente tem uma maneira diferente de espalhar sua urina, que sai como um jato direcionado para trás – se espalhando e deixando o ambiente dominado pelo cheiro de seu xixi; que pode, inclusive, alcançar superfícies verticais e horizontais, tamanha a força do lançamento de jato (apelidado de “spraying”).


Como controlar os animais que marcam território



Embora não seja garantia do fim da marcação territorial, a castração de cães e gatos pode ajudar muito no processo de educação de um animal que mostra esse tipo de comportamento. No caso dos cachorros, cerca de 60% dos pets castrados apresentam uma melhora considerável em relação a estas ocorrências; enquanto os bichanos (principalmente os machos) melhoram ou extinguem a marcação de território de suas atividades em até 90% dos casos.

O ideal é que a castração seja realizada antes que o animal atinja sua maturidade sexual, já que as chances de que ele se torne um marcador de território frenético diminuem, significativamente, nestes casos. No entanto, conforme já foi citado, a castração não é uma garantia e, portanto, ensinar regras e impor limites para o seu pet continua sendo imprescindível.

A contratação de um adestrador pode ser bastante útil em casos do tipo, entretanto, os próprios donos de bichinhos de estimação podem contribuir para que sejam extintas esses tipos de ações da vida do animal e passar bastante tempo com ele (brincando, dando atenção e carinho) pode ser o primeiro passo para evitar as ocorrências já que, eliminando o fator da “solidão”, as chances de se pet marcar território para se sentir mais seguro caem de maneira significativa.

Supervisionar as ações do seu pet e ficar atendo para recompensá-lo por atitudes corretas - e repreendê-lo por comportamentos errados - também é uma boa opção para ensiná-lo e impor limites. Para que esse processo de aprendizado funcione, é importante que o dono do pet tenha bastante tempo para monitorar as atividades do seu amigão, já que todo tipo de ação deve ser “registrado”.

Portanto, ao marcar território nos locais indicados como apropriados, o cão ou o gato em questão deve receber algum tipo de recompensa, reforçando o comportamento; da mesma forma que, quando a ação é feita no ambiente errado, o animal deve receber algum tipo de punição, como um aviso sonoro leve – como um chocalho ou o estouro de uma biribinha - precedido por um “NÃO” em alto e bom som. Não é demais lembrar que, seja qual for a sua escolha de punição, ela NUNCA deve ser física, e que a agressão a animais é crime.


Dia do veterinário 9 de setembro



A história da Medicina Veterinária


A Medicina Veterinária deu os primeiros passos quando o homem primitivo começou a domesticar o primeiro animal. Os mais antigos registros de nossa atividade profissional datam do século XVIII AC, com informações gravadas no Papyrus Veterinarius de Kahun, com várias referências sobre a medicina animal. Mas a Medicina Veterinária moderna teve origem em 1762 quando Claude Bourgelat criou, em Lyon, na França, a primeira Escola de Veterinária, e em seguida a Maison Alfort, nos arredores de Paris, em 1765. As duas escolas se constituíram em verdadeiros pólos irradiadores para as demais nações do mundo. Até o final do século XVIII, surgiram 20 estabelecimentos de ensino veterinário na Europa.
No Brasil, a idéia de criação de estabelecimentos dedicados ao estudo da Medicina Veterinária foi despertada quando o imperador Dom Pedro II visitou a Escola Veterinária de Alfort em 1875, só se concretizando, entretanto sob a égide da República, com o Decreto 8.319 de 20 de outubro de 1910, assinado pelo presidente Nilo Peçanha. O documento tornava obrigatório o ensino da Medicina Veterinária. No mesmo ano foram criadas a Escola de Veterinária do Exército e a Escola Superior de Agricultura e Veterinária, ambas no Rio de Janeiro.
O ensino foi dirigido, inicialmente, de maneira diferente nas duas escolas. A civil foi orientada à produção animal, principalmente dos bovinos. Os animais importados eram atacados pelos carrapatos transmissores da anaplasmose e babesiose (enfermidades parasitárias comuns até hoje), exigindo um exaustivo trabalho de premunição. Mais tarde, houve uma grande orientação para a clínica de pequenos animais e a saúde pública veterinária, com a campanha contra o mormo, doença que atacava os cavalos e os soldados. Os melhores alunos da Escola do Exército eram enviados para o Instituto Osvaldo Cruz, precursor da pós-graduação formal no Brasil, muitos dos quais foram transformados posteriormente em destacados cientistas.
A primeira turma da escola civil graduou-se em 1917. Três anos depois, fundava-se a Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária - SBMV. O primeiro diploma legal a regulamentar a Medicina Veterinária veio com o Decreto 23.133 de 9 de setembro de 1933. A data foi escolhida posteriormente como o dia do Médico Veterinário. Em 23 de outubro de 1968, houve a aprovação da Lei 5.517, que estabelece a segunda regulamentação e cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina Veterinária. Desde então a Medicina Veterinária vem evoluindo em essência, aprimorando as técnicas, somando em ações humanitárias e contribuindo indubitavelmente com a promoção do crescimento tecnológico, econômico e social do Brasil.
Vindo ao encontro da essência da profissão da Medicina Veterinária, a Unicastelo oferece na matriz curricular de seu curso de graduação todo suporte o pedagógico-didático e técnico para que o profissional aqui formado seja completo, atualizado, integrado, competente, ético e acima de tudo ame e respeite o seu exercício profissional.

Ser Veterinário não é só cuidar de animais. É sobretudo amá-los não ficando somente nos padrões éticos de uma Ciência Médica. Ser Veterinário é acreditar na imortalidade da natureza e querer preservá-la sempre mais bela. Ser Veterinário é ouvir miados, mugidos, balidos, relinchos e latidos, mas principalmente entendê-los e amenizá-los. É gostar de terra molhada, de mato fechado, de luas e chuvas. Ser Veterinário é não se importar se os animais pensam, mas sim, se sofrem. É dedicar parte de seu ser à arte de salvar suas vidas. Ser Veterinário é aproximar-se de instintos. É perder medos. É ganhar amigos de pelos e penas, que jamais irão decepcioná-lo. Ser Veterinário é ter ódio de gaiolas, jaulas e correntes. É perder tempo apreciando rebanhos e vôos de gaivotas. É permanecer descobrindo, através dos animais, a si mesmo. Ser Veterinário é ser o único capaz de entender rabos abanando, arranhões carinhosos e mordidas de afeto. É sentir cheiro de pelo molhado, cheiro de almofada com essência de gato, cheiro de baias, de curral de esterco. Ser Veterinário é ter coragem de penetrar em um mundo diferente e ser igual. É ter a capacidade de compreender gratidões mudas, mas, sem dúvida alguma, as únicas sinceras. É adivinhar olhares, é lembrar de seu tempo de criança, é querer levar para casa todos os cães vadios sem dono. Ser Veterinário é conviver lado a lado com ensinamentos profundos sobre o amor e a vida.




segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Curiosidades conheça dez raças de cachorros que estão extintas

Apesar de ter quase desaparecido dos lares brasileiros, o pequinês não está extinto, nem tampouco ameaçado. Só não é mais popular. Criadas por gerações de cruzamentos para algum propósito - caça, companhia, guarda - muitas raças de cachorro se encontram extintas hoje em dia. Confira dez delas:

1 - Kuri


A raça existia no século 14 e provavelmente tem origem na Polinésia. Foi levada para a Nova Zelândia, mas não era muito popular por ser considerada uma raça feia e briguenta, sem muito olfato e que frequentemente mordia seus donos ou quem passasse por perto. Com o tempo foi desaparecendo. Hoje o único Kuri que pode ser visto é um exemplar empalhado e exposto no Museu Te Papa Tongarewa, na Nova Zelândia.
2- Cão Havaiano Poi


Os cachorros dessa raça eram considerados como amuletos da sorte pela população há mais de 100 anos.  A raça tem origem com os colonos da Polinésia e era uma raça vegetariana e obesa, por essas condições não eram usadas como instrumento para caça. No final do século 18 eles começaram a sumir devido ao acasalamento e mistura com outras raças que chegaram na região. 
3- Cão de luta de Córdoba


É uma mistura de raças, como o Boxer, Bull Terrier, Buldogue Inglês e Mastife, e era usado como cão de briga em lutas clandestinas e combates na Argentina. A raça era violenta e muito forte: costumava continuar as lutas até chegar à exaustão completa. Até mesmo o acasalamento entre os cães era difícil, pois eles costumavam se atacar. Tudo isso contribuiu com o fim da raça no século XX. 
4- Molossus


A raça foi quem originou os famosos cães São Bernardos e Mastiffs. Era bastante peludo e tinha um focinho grande. Era muito querido pelos gregos e romanos e usado em guerras, auxiliando nas caças e rinhas com outros cães. O filósofo Aristóteles já citou a raça em suas obras, elogiando seu desempenho e bravura. 
5- White English Terrier


A raça foi desenvolvida na Grã-Bretanha para entrar em competições por volta de 1869, mas não demonstrou nenhum diferencial. Por apresentar alguns problemas genéticos, a raça sumiu do mapa.
6- Braque Du Poy


O cão tem origem francesa e surgiu no século 19. Era uma raça grande e de muita agilidade. 
7 -Cão D’água St. John


É uma raça originária da parte francesa do Canadá e considerada a “mãe” de algumas outras raças retriviers. Nos anos 70 ainda existiam dois exemplares da raça, mas ambos eram machos. Depois disso a raça foi, de fato, considerada extinta. 
8- Talbot


Muitos dizem que os Beagles têm sua origem a partir dessa raça. Era muito popular na idade média, mais ou menos no século 11, aparecendo até mesmo em brasões de famílias. Um cão lento e branco, mas devido ao seu olfato apurado era usado principalmente para auxílio na caça. No século 16 ele desapareceu por completo. 
9- Rastreador Brasileiro


A raça brasileira foi uma das primeiras a conseguir reconhecimento pela Federação Cinológica Internacional. A raça foi criada pelo cinófilo Oswaldo Aranha Filho, que, por conta de uma epidemia e de uma intoxicação, acabou matando muitos cães. Os poucos que sobraram foram doados e cruzados com outras raças, perdendo sua originalidade. Foi uma raça criada para caçar onças e porcos do mato.
10- Bullenbeisser 


Por volta de 1900, a raça foi criada com o intuito de caça, mas também se mostrou um ótimo cão de guarda. Suas características eram focinho curto, grande porte e uma pelagemtigrada. Sua função de caça depois de um tempo foi deixada de lado e a raça passou a ser cruzada com outros cães, que originaram novas raças e a sua forma original acabou desaparecendo.

Ajuda para Adote um gatinho



Eles  fazem um trabalho muito bonito  recolhendo  gatos de rua  , tratando  e depois  procurando um lar para eles  , mas também  precisam de ajuda  para manter tudo isso .
Quero ajudar  como faço ?
Pode  ajudar de várias  maneiras  uma delas  é doando  dinheiro  segue abaixo a conta deles  para fazer doações .

Doações em dinheiro podem ser feitas diretamente na conta da ONG:

Razão Social: Adote um Gatinho
CNPJ: 08.858.329/0001-08

Itaú: 0341
Agência: 2970
C/C: 12869-6

Bradesco: 0237
Agência: 3334
C/C: 6253-7

 Também pode ser feito doações  por boleto bancário , cartão de crédito  eles tem pag seguro .


DOANDO SUA NF PAULISTA

Existem duas maneiras de você doar suas notas fiscais SEM CPF para ajudar nosso gatinhos.

ENVIANDO POR EMAIL
Ao fazer suas compras peça sempre a nota fiscal sem CPF.
Junte quantas notas você quiser.
Em seguida fotografe com o celular ou escaneie.
Aí é só enviar para: notafiscal@adoteumgatinho.org.br

ENTREGANDO PESSOALMENTE OU POR CORREIO
Caso você prefira entregar suas notas pessoalmente ou via correio, envie um e-mail parainformacoes@adoteumgatinho.org.br e nós diremos como.

Atenção. O prazo para doação das notas é sempre dia 20 do mês seguinte. Por exemplo, uma nota emitida em fevereiro deve ser enviada até dia 20 de março. E assim por diante.

IMPORTANTE! Nunca forneça o nosso CNPJ no ato da compra, pois assim você inviabiliza o uso desta nota fiscal.

Precisando de mais alguma informação, é só falar com a gente.

Aguardamos a sua nota fiscal.

DOAÇÕES EM PRODUTOS

Aceitam doações de ração, areia, remédios, caminhas, caixas de transporte, cobertores e tudo o que servir para gatinhos.
Para saber como entregar sua doação pessoalmente, escreva para informacoes@adoteumgatinho.org.br

Após, a compra, envie um email para informacoes@adoteumgatinho.org.br. Assim podemos conferir a entrega e colocar o seu nome na prestação de contas do site.

PRODUTOS QUE USAMOS E SEMPRE PRECISAMOS:

- Ração: qualquer marca (damos preferência para rações super premium).

- Patês: qualquer marca. Se você deseja doar especificamente para gatinhos doentes, que precisam ser alimentados na boca com ajuda de uma seringa ou bebês em fase de desmame, aceitamos A/D (Hills) ou Recovery (Royal Canin).

- Areia: qualquer marca

- Vermífugos: qualquer marca (sugestões: Drontal, Endal, Helfine e Profender)

- Remédios veterinários:
1. Comprimidos/cápsulas: Flotril, Enropet, Baytril ou Zelotril 50 mg, Baytri 15 mg, Zitrex 100, Doxy 100, Dozy Suspensão, Sinulox 50 mg, Stomorgil 2 mg, Stomorgil 10 mg, Tramadol 12 mg, Ketofen 5 mg, Meticorten 5mg, ITL 25 mg, ITL 50 mg, Giardicid 50mg, Maxicam 0,5mg, Petprazol.
2. Colírios: Ciprovet
3.Solução/Suspensão/Gotas: Mucomucil, Pulmonil, Acepran, Natalene
4. Ampolas: Ranitidina, Complexo B, Gentamicina, Metoclopramida, Ornitagin
5. Pomadas: Cicatrilex, Vulketan

- Remédios humanos:
1. Comprimidos/Cápsulas: Cobavital, Metronidazol, Legalon 70, Secnidazol, Floratil 100
2. Colírios: Tobramicina colírio, Still colírio, Maxitrol colírio, Vigamox colírio
3. Pomadas: Terramicina pomada oftálmica, Epitezan pomada oftálmica
4. Solucão/Suspensão: Leucogen, Amoxicilina, Azitromicina, Fluimucil, Rinofluimucil, Rinosoro, Gardenal, Dipirona Sódica, Predsim
5. Ampolas: Fluimucil, Ranitidina, Complexo B, Metoclopramida, Ampicilina, Ondasentrona, Tramadol

- Soro fisiológico e ringer lactato (aplicação subcutânea e endovenosa).

- Luvas, algodão, gaze, seringas de 1ml, 3ml, 5 ml e 10 ml, agulhas, equipo, scalp 21 e 23.

- Fraldas: os gatos que necessitam de fraldas usam 2 Pampers por dia, tamanhos G e XG. Infelizmente não aceitamos outras marcas porque são mais "duras" e acabam criando feridas na dobra das pernas deles.

- Vacinas: quádrupla felina e anti-rábica

- Anti-pulgas: qualquer um

- Caixas de transporte - qualquer tamanho, de preferência de plástico, para que possa ser esterelizada

- Camas e cobertores: de qualquer tamanho e material

- Almofada térmica: à venda em casas cirurgicas (importante para recém-nascidos órfãos em pós-operatório ou recém chegados, que não conseguem manter a temperatura corporal)

- Tapetes higiênicos - de qualquer tamanho

OUTRAS FORMAS DE AJUDAR:

1) APADRINHANDO UM GATINHO
Seja madrinha ou padrinho de um gato sem ou com poucas chances de adoção.
Você faz uma contribuição fixa mensal e ajuda a sustentar o gatinho escolhido.
Clique aqui.

2) COMPRANDO NA LOJINHA
Na lojinha tem produtos da marca Adote um Gatinho e produtos de parceiros, que revertem uma porcentagem das vendas para o nosso projeto.

3) PARTICIPANDO DE  RIFAS
Sempre tem uma rifa de algum produto "de gatos" ou "para gatos" no ar.
Você concorre ao prêmio e ajuda os nossos peludinhos. Clique aqui. 

4) DIVULGANDO O TRABALHO DELES
- Indique o  trabalho deles  para seus amigos, professores, etc
- Imprima um folheto do AUG e o coloque em murais de pet shops e clínicas veterinárias

5) UTILIZANDO OS SERVIÇOS DO PET MEMORIAL
A gente sempre espera que você não precise, mas caso seu bichinho (gato, cachorro, coelho, passarinho, cavalo, etc) partir para o céu e você optar pela cremação, ao ligar para a vendedora Marcia do Pet Memorial você pode ajudar o AUG. Basta  dizer que foi indicado pelo Adote um Gatinho você estará contribuindo com R$50 ou R$100 (dependendo do plano escolhido). A promoção vale para os planos preventivos também.
Telefone da Marcia: 11 7705-1902

Essa parte  de doações  peguei no próprio site  no final da matéria vou colocar o link para quem quiser conhecer o site 


Segue  o link do site  é só clicar na foto  logo abaixo  já vai para o site .Conheça um pouco do trabalho deles  mesmo que não possa ajudar  compartilhe  essa  mensagem .


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domingo, 7 de setembro de 2014

Família pede “socorro” para cuidar 355 animais vamos divulgar

Canil conta com diversas doações, mas para a administradora, Rosélia Vanat, os valores não são suficientes. Atualmente o local abriga 355 animais
A quantidade de animais abandonados nas ruas de Ponta Grossa é grande, não importa qual bairro ou região, ao caminhar pela rua, uma pessoa percebe, ao menos, um grupo de cães de abandonados. Sem um controle sobre a reprodução destes animais, o número só tende a aumentar, o que traz problemas de saúde publica para a cidade, como, as sarnas, carrapatos, pulgas, vermes, além das zoonoses (doenças transmitidas dos animais para o homem e vice-versa).
A responsável pela instituição conhecida como Canil Lar, Rosélia Aparecida Elbl Vanat, já cuida de cachorros e gatos encontrados nas ruas há mais de 40 anos. Sua organização foi criada em 2009, desde então ela e mais três filhos recolhem animais abandonados, em situação de risco, e os abrigam em um canil, que já funcionou em vários lugares e, hoje, tem sede em uma chácara localizada em Ponta Grossa.
De acordo com Vanat, atualmente a associação cuida de 290 cães e 65 gatos, um total de 355 animais. “São muitos animais já não tenho mais espaço para cuidar adequadamente desses bichos, além disso, custa muito dinheiro, acredito que o meu custo mensal passa de R$ 15 mil reais”, explica.
O canil conta com diversas doações, mas para Vanat, os valores não são suficientes. “Diariamente os animais consomem mais de 280 quilos de ração, contamos com diversas doações que tem nos ajudado muito, mas ainda não é suficiente. Além de comida, os animais precisam de cuidados com a higiene, e saúde. Hoje não temos produtos de limpeza e, os remédios para tratamento de saúde dos animais doentes estão em falta. Tudo o que temos é o apoio e a solidariedade da população”, comenta.
A presidente destaca que, qualquer ajuda é bem vinda. As pessoas interessadas em ajudar o Canil Lar podem realizar doações nos pontos de coleta, que ficam na rua Damásio de Jesus, perto do Centro Educacional e uma loja de fios, na rua Dr. Colares. Os pontos de coleta aceitam remédios, produtos de limpeza, ração, aparelhamento para tosa. Quem preferir doar quantidades em dinheiro pode usar a conta poupança do canil, conta: 56055-2 agência: 1547-013, Caixa Econômica. Atualmente, o canil não aceita mais animais por falta de espaço.

Comprometimento
Rosélia Aparecida Elbl Vanat, conta que, o amor pelos animais, a fez chegar nesta situação. “Enquanto eu tiver forças vou fazer o possível para manter esse canil. Tratando esses animais de forma adequada”, conta. “Já fiz diversas dívidas em decorrer do meu amor e da minha preocupação com os meus bichos, mas tudo valeu o esforço. Isso não tem preço”, diz.
O canil em números
290 é o número de cachorros que o Canil Lar, administrado pela família de Rosélia Vanat, abriga atualmente.
65 gatos estão aguardando por adoção no local - Os animais precisam de um cuidado especial com higiene.
280 quilos de ração são gastos mensalmente para alimentar mais de 350 animais, entre cachorros e gatos de vários tamanhos.
R$ 15 mil por mês são gastos para cuidar da alimentação, higiene e saúde dos animais. Além de manter a estrutura do local.
Informações do Jornal da Manhã

Esse blog é destinado a ajudar os animais

Esse blog é destinado a ajudar  as ongs  a  conseguirem que seus animais que foram abandonados  consigam um lar .
Vamos divulgar  fotos  dos animais que precisam ser adotados  e pedidos de ajuda , como dinheiro , ração , areia , medicamentos .


Abandono é crime , ajude a acabar com isso  se todos fizerem a sua parte  não terá mais animais abandonados .Ajude  dando um lar  ou denunciando o abandono .