segunda-feira, 13 de março de 2017

Qual é a melhor coleira para seu cão

Quem tem um cachorro como parte da família sabe que estes pets exigem uma série de cuidados e muita atenção, precisando de acessórios que podem facilitar o controle dos animais por parte de seus donos. E as coleiras estão no topo das necessidades de qualquer cão, seja para proteger o animal de impulsos que podem gerar acidentes ou as pessoas, que podem se assustar ou se machucar em função de animais pouco treinados ou sem qualquer tipo de adestramento.
Os modelos de guias são inúmeros: temos as retráteis, as curtas, as mais longas e, de um modo geral, servirem para você escolher se quer seu cão próximo ou mais distante de você.


Os tipos mais comuns de coleira:


Peitoral


Para: Cães grandes que precisam de tração.
Vantagem: Distribui melhor o peso do animal.
Desvantagem: Dificulta o adestramento porque torna os trancos e puxadas confortáveis para o bicho.

 Cabresto


Para: Cães com temperamento nervoso ou que possuem focinho longo.
Vantagem: Proporciona maior controle sobre o cachorro.
Desvantagem: É difícil acostumar o cão a usá-la. Ao tentar tirar a coleira, o bicho pode se machucar.

 Simples



Para: Todas as raças, menos as que possuem pescoço da largura da cabeça.
Vantagem: Por ser fixa, ao ser puxada, a coleira não enforca o cachorro.
Desvantagem: Não oferece ao dono o controle necessário durante um passeio.

Enforcadora


Para: Levar qualquer cachorro para passear.
Vantagem: Distribui a pressão por todo o pescoço, evitando que o cão  arraste o dono.
Importante: Não se esqueça de tirá-la na volta do passeio para que o cachorro não tente arrancá-la sozinho

As leis sobre o uso das coleiras
Por mais incômodo que seja, é preciso respeitar a lei. Neste caso, não existem coleiras ideais: os animais devem ser conduzidos com enforcador, guia curta e focinheira. Seja como for, conhecendo o temperamento do animal , o tutor responsável deve passear com o animal de maneira a garantir a integridade dos transeuntes e do próprio cachorro.
A competência para ajustar sobre o tema é das unidades da federação (não existe uma uniformização em nível federal). Em São Paulo, por exemplo, exige que os cães de algumas raças consideradas “perigosas” (como o pitbull, o rottweiler e o mastim napolitano) sejam conduzidos com guia curta e focinheira.
Em alguns locais, as proibições beiram o absurdo. É o caso, por exemplo, de Porto Alegre. Na capital gaúcha, é proibida a circulação, em locais caracterizados por aglomerações populares, de cães considerados “de guarda, de combate ou de outra aptidão em que se destaquem pela força e pela agressividade”.
A lei gaúcha (nº 8.871/2001) não especifica as raças “perigosas”, mas prevê multas de 50 a 500 .

A segurança
São muitos os relatos de cães machucados por coleiras e peitorais de má qualidade. No mercado, existem bons produtos confeccionados com náilon, couro, correntes metálicas e poliéster, entre outros. Atualmente, os artigos preferidos são os de poliéster, material que pode ser enfeitado com estampas e cores, para a felicidade dos tutores.
Não é recomendável o uso de guias muito longas. De acordo com o porte dos cães, o comprimento não deve ser inferior a 1,40 metro, mesmo que o condutor seja uma criança.
Nunca passeie com os cães sem usar a coleira e corrente, por mais mansos que eles possam ser. Algumas raças podem se sentir “livres demais” e sair em disparada, para desespero dos donos e de quem está transitando nas ruas. Outros animais podem se sentir desprotegidos  e muitas vezes, isto significa atacar tudo o que estiver em movimento à frente deles.

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