quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Gato tem 7 vidas ?

Você já deve ter escutado alguém dizer que ‘gato tem sete vidas’. Na realidade, o gato tem apenas uma que dura, em média, 14 anos. Assim, a expressão é considerada superstição, que surgiu a partir de lendas muito antigas, provavelmente inspiradas pelas características do felino.Ainda é um mistério a origem dessa lenda, mas acredita-se que essa fama é devida tanto ao seu eficiente sistema imunológico, quanto a sua agilidade.


Dificilmente um gato se machuca, dificilmente um gato fica doente.Não há diferença de habilidades entre o macho e a fêmea. O gato, porém, tem o corpo mais desenvolvido do que a gata, com a musculatura e o volume das bochechas (para defesa contra patadas na face) maiores.


Um dado interessante sobre essa lenda é que ela varia de país para país.
Nos países de língua inglesa, por exemplo, a lenda diz que são 9 vidas.
Isso depende na verdade do significado cultural do número para cada sociedade.
As referências de 7 vidas para o gato são culturalmente atribuídas aos árabes e turcos, que podem ter repassado aos portugueses e espanhóis.


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O abandono

O abandono de animais de estimação é um enorme problema em todo o mundo. Há uma infinidade de cães e gatos  carinhosos que estão nas ruas ou nos abrigos porque foram abandonados por seus proprietários.

Os motivos para o abandono são vários: viagem de férias e ninguém para abrigar o animal, desistência do “brinquedo”, o trabalho gerado pelo animal, uma eventual deficiência física ou doença, problema de comportamento e outros. É sempre o mesmo artifício: à noite abandonam nas portas de faculdades ou de hospitais veterinários, nas clínicas, nos parques municipais ao amanhecer, ou mesmo à plena luz do sol, nas feiras e parques da cidade. Nos pet shops, geralmente entregam o animal para um procedimento, fazem mil recomendações e nunca mais retornam, deixando o mascote para quem se interessar.as soluções para minimizar a questão do abandono de animais existem e são possíveis, embora ainda com certa dificuldade, de serem implementadas na prática.


 A conscientização da população acerca da guarda responsável de animais domésticos seria o primeiro passo. Políticas governamentais, públicas e privadas que vissem a castração como medida efetiva para o controle populacional de cães e gatos, educando crianças, jovens, adultos e idosos em relação à responsabilidade de ter um animal e zelar por sua segurança durante toda a sua vida. Orientar quanto aos riscos da compra de filhotes em feiras de animais e pet shops, com estímulo à adoção  através de campanhas de doação, ou então orientando a compra apenas de animais de ótima procedência vindos de criadores sérios que se preocupam com genética e estudo da raça. Realizar campanhas de castração em massa a baixo custo, estimulando a adesão da população e mostrando os efeitos benéficos deste procedimento nos cães e gatos e evitando assim cruzas acidentais e totalmente desnecessárias e a proliferação indiscriminada de mais animais, bem como a transmissão hereditária de doenças de cunho genético.


Todas estas medidas trariam resultados à curto, médio e longo prazo, com diminuição visível do número de animais maltratados e abandonados, recolhidos em CCZs e abrigos, assim como redução dos índices de zoonoses por eles transmitidas. Trariam benefícios imediatos à milhares de cães e gatos que sofrem diariamente com os maus tratos e a triste vida nas ruas, provendo à eles um lar saudável, com carinho, segurança e proteção. Por fim, não deixariam de beneficiar todas as pessoas que, direta ou indiretamente, estivessem envolvidas nesse processo de contribuir para retirar um animal das ruas e fazê-lo feliz para sempre. Pois ao adotarmos um animal, não ganhamos apenas aquela sensação indescritível de dever cumprido, mas também um companheiro leal e carinhoso que nos protegerá sempre. Um amigo de verdade que nos trará felicidade e nos dará o privilégio de sermos amados incondicionalmente, nos transformando em pessoas melhores e ainda mais humanas.


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

A prática de cortar a orelha e o rabo do cachorro é prejudicial


Infelizmente, muitas raças tem como “padrão” o corte de orelhas e/ou rabo.
Associada a questões estéticas adotadas desde a antiguidade, o corte da cauda era feito para ajudar os cães em batalhas e para diminuir a área de contato com o adversário. Cortadas a cauda e as orelhas, os donos acreditavam podiam evitar ferimentos e, com o passar dos anos, algumas raças definiram estes hábitos como um padrão.

Conhecida como caudectomia, a amputação parcial ou total da cauda do cachorro é uma medida totalmente estética de seus donos e não tem funcionalidade alguma para o cão.
Por ser uma extensão da coluna vertebral do animal, a cauda é formada por várias vértebras pequenas que contém inúmeras terminações nervosas. É uma parte muito sensível do corpo do animal .
A cauda é um meio do animal estabelecer comunicação, seja com outros animais, seja com você, dono dele. Repare como ele a abana, quando está feliz, ou quando a abaixa, ao sentir medo. Uma cauda levada de um lado a outro pode significar alegria, mas também uma certa agressividade.
Além disso, a cauda tem uma outra função muito importante: ela serve para ajudar no equilíbrio do cão.
O corte total ou parcial da cauda é feito a partir do terceiro dia de vida do filhote e mesmo sendo uma prática não recomendada muitos donos de cães de raça ainda o fazem. Muitos acreditam que a cauda íntegra prejudica o pedigree do cão e a sua participação em feiras e exposição.


 O corte de orelhas e cauda está proibido no Brasil
No  Brasil o Conselho Federal de Medicina Veterinária proibiu, desde 2008, a Conchectomia (cirurgia para o corte de orelha) e Caudectomia (cirurgia para corte da cauda) – salvo em casos extremos, como em animais com tumores nessas regiões ou com acidentes que levem a amputamento.
Pela lei, qualquer tipo de procedimento nesse sentido, sem a devida justificativa legal,  é considerado crime!
Leis semelhantes existem nos EUA e Europa. Inclusive, se você tiver um cão de cauda cortada terá problemas para entrar em alguns países, como a Alemanha. Caso seu cão seja mais velho, e tenha a cauda cortada, fique atento ao viajar. Isso pode ser um problema.


quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Animais domésticos estão mais obesos

A obesidade não é mais apenas um problema humano: também ocorre em animais, principalmente, em animais domésticos. Os animais estão ficando cada vez mais gordos e obesidade é uma doença.
Assim como a obesidade nas pessoas, a obesidade em animais de estimação pode causar problemas graves, incluindo :

Osteoartrite
Resistência à insulina e diabetes tipo 2
Pressão Alta
Doenças Cardíacas e Respiratórias
Dano do Ligamento Cruzado Cranial
Doença Renal
Muitas formas de Câncer
Diminuição da expectativa de vida


A falta de exercício e a alimentação inadequada são dois fatores que contribuem para a obesidade em animais de estimação. Animais de estimação precisam de pelo menos 30 minutos de exercício por dia, mas isso não significa colocá-los no quintal para dar voltas. Animais de estimação precisam ser ativos, e eles podem ser grandes companheiros de malhação.


Os Erros mais comuns

Alimentação desequilibrada:  É natural querer dividir as guloseimas, como pães, queijos e doces. Também é um pouco difícil administrar a quantidade de petiscos, como biscoitos, bifinhos e ossos quando sabemos que eles se deliciam com cada um deles.
Falta de exercício já falado lá em cima : quanto mais se come de forma errada e não realiza a prática de nenhum tipo exercício, maior será o acúmulo de gordura no corpo, podendo desencadear sobrepeso e, posteriormente, a dificuldade de locomoção e suas consequências.

O Tratamento

A primeira providência a se tomar é consultar o veterinário de sua confiança para verificar se realmente o seu pet está com o peso acima do adequado para a raça e o tamanho dele.
Dieta é fundamental: há várias opções de ração light no mercado, que ajudam a controlar a obesidade e a diminuição do peso. É importante aprender a dosar a quantidade de ração de acordo com o estipulado pelo fabricante ou pelo veterinário.
Nada de agrado excessivo: os petiscos devem ser dados, no máximo, duas vezes por dia.
Atividade física:  Para gastar toda a energia acumulada e evitar que ela vire gordura .Recomendados 150 minutos de exercício por semana . Você pode levá-los em uma caminhada, ir nadar e/ou jogar bola ou Frisbee. Existem muitas atividades caninas que você pode se envolver com o seu pet , como mergulho da doca, exercícios de agilidade, percursos da chamariz e de obediência. Estas atividades não só são fisicamente estimulantes, mas também estimulam o seu amigo canino mentalmente. Se você tem um gato, atividades como brinquedos com penas, bolinhas ou ponteiros laser são ótimas opções para ajudar o seu amigo felino a permanecer ativo.
Controle hormonal: se, mesmo com a dieta e os exercícios ele continuar com sobrepeso, valer fazer um acompanhamento metabólico com o seu veterinário, para analisar os níveis hormonais, de colesterol e de triglicérides.


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Animais tem síndrome de down?

A síndrome de Down não ocorre somente nos seres humanos, ela pode e já ocorreu em outros mamíferos, e não tem cura. Os tratamentos médicos servem para prevenir e amenizar os sintomas causados por ela e para possibilitar que os portadores da síndrome possam levar uma vida normal.
Cães e gatos que tem a  síndrome de Down, possuem olhos grandes e redondos em comparação com os olhos dos outros, a forma da face também pode ser diferente. Se comportam de forma anormal em comparação com outros. Gatos são conhecidos por serem muito ágeis e graciosos, mas os que têm síndrome de Down são desajeitados e instáveis. Eles têm má coordenação e podem esbarrar e cair constantemente. Eles também desenvolvem hábitos estranhos como sentar ou miar de um jeito diferente dos outros.


Como os seres humanos eles também são afetados na socialização. Quando a maioria dos gatos não aceitam facilmente novos companheiros, eles tendem a ser mais amigáveis. Eles também parecem não responder ao serem chamados ou repreendidos.
Os cães e gatos também podem desenvolver os mesmos problemas de saúde que um humano que sofre de síndrome de Down, como problemas cardíacos. Alguns têm problemas de visão e a ​​musculatura fraca.



Tratamento
Infelizmente não há tratamento disponíveis para curar defeitos genéticos em cães ou gatos . Apesar disso , o dono do animal pode dar-lhe uma vida tão normal quanto possível dando especial atenção a alimentação , promover estímulos com brincadeiras , passeios ( no caso  do cachorro ) a companhia de outro animal também pode beneficiar  e visitas regulares a veterinário . Este último passo é importante  já que esses animais tem saúde frágil .


terça-feira, 2 de agosto de 2016

Sabe o que é um dog walker ?

Já ouviu falar em dog walker?  Um dog walker é uma espécie de acompanhante de caminhada para o seu cão. Se você mora em apartamento e trabalha o dia todo, ou por qualquer outro fator, e não tem tempo para sair para levar seu cão para caminhar, dog walker é de grande ajuda.
Seu cão precisa exercitar-se, tanto pela saúde quanto pelo gasto de energia acumulada, especialmente para cães que vivem em apartamentos e não tem espaço para correr e brincar. Se seu cachorrinho é um desses casos, saiba que é fundamental que ele tenha essa rotina de caminhada e é aí que entra o trabalho do dog walker, ou o bichinho pode ficar estressado num ambiente no qual fique preso e isso afetará não somente o comportamento dele, mas também a saúde.


O que é um Dog Walker?
A profissão de dog walker tem um conceito norte-americano, no Brasil pode ser chamada de passeadores de cães. Esta atividade consiste em levar os animais para caminhar durante um determinado período do dia, tendo como objetivo promover a prática de exercício físico, deixá-los à vontade para realizar as suas necessidades ou adestrá-los.
O dog walker que se dedica exclusivamente à profissão trabalha durante toda a semana, alternando os dias que passeia com cada cão. O profissional desta área tem que ter características específicas para trabalhar com cachorros como, por exemplo, conhecer o comportamento de cada raça, como adestrar os animais, ser responsável e ter força para conseguir segurar os impulsos dos animais de grande porte durante os passeios.
Embora possa parecer uma profissão relativamente “simples”, deve-se ter experiência e estudar a profissão. Existem cursos específicos para dog walker, ensinando como trabalhar com cada cão e as formas de se portar. Lembre-se, estamos falando de um ser vivo muito sensível, a forma de comportamento de quem está passeando é decisivo no comportamento dos animais.

Quais as vantagens de ser um Dog Walker?

Você quer trabalhar com o que gosta e ser o seu próprio chefe? Ser um dog walker te proporciona estes privilégios. Nesta profissão, você tem uma liberdade relativa para trabalhar, basta conciliar a sua disponibilidade de acordo com a agenda dos clientes, além de construir as suas próprias regras de trabalho.
Uma das principais vantagens de ser um dog walker é o baixo custo de investimento desta atividade. Para ingressar nesta área você não precisa de um escritório ou de qualquer estrutura, uma vez que a rua é o seu campo de trabalho, ou seja, onde os cães serão levados para passear. O atendimento aos clientes pode ser feito na sua própria casa, usando um número de telefone e páginas nas redes sociais para divulgar o serviço. Para trabalhar você necessitará de um bom tênis e roupas confortáveis para caminhar.

Como ser um Dog Walker

A atividade de um dog walker é bem simples, mas é necessário saber como estruturar o seu negócio corretamente para prestar serviços de qualidade e torná-los altamente requisitados pelos donos dos cachorros.
Conseguir a confiança dos donos dos animais pode ser uma tarefa bem complicada, principalmente porque existe um grande afeto entre dono e cão, ou seja, caso ocorra qualquer imprevisto é provável que você terá grandes problemas de relacionamentos com o patrão. Contudo, também podemos destacar que, quando o dog walker trata com carinho e cuidado os animais, rapidamente se consegue fidelizar os donos.

Faça um curso de adestrador de cão para Dog Walker

Um dos requisitos básicos para trabalhar como dog walker é ter conhecimentos sobre todas as raças de cães e os seus respectivos comportamentos. Para obter esta preparação o mais recomendado é fazer um curso de adestrador de cães, que é oferecido em diferentes modalidades, desde as básicas até as mais avançadas.
Um curso básico de adestramento de cães tem duração de um a dois meses, sendo possível aprender as principais atividades a serem desenvolvidas com os animais. O valor do curso de adestrador de cachorro gira entre R$ 50 reais e 400 reais, dependendo da grade curricular e da duração. Para quem deseja poupar tempo e dinheiro, uma alternativa é fazer os cursos disponíveis na internet, que são mais baratos e muito funcionais para ensinar o básico aos profissionais dog walker.
Contudo, é importante frisar, no curso presencial você terá um contato direto com os animais, algo mais prático, o que costuma trazer melhores resultados ao profissional de dog walker.

Determine o preço dos seus serviços como Dog Walker

Quanto custa um dog walker?Esta é uma pergunta bem comum de se ver. O preço dos serviços do dog walker deve ser cobrado por cada cão do cliente, de acordo com o tipo de atividade desenvolvida e o tempo gasto. Em um passeio básico de 40 minutos com um de pequeno porte o profissional pode cobrar R$ 20 reais. Se você atender 4 cães ao mesmo tempo, o rendimento será de R$ 80 reais.
O valor cobrado para o passeio com animais de grande porte está entre R$ 40 reais e R$ 60 reais. Um profissional que está ingressando nesta área realiza uma média de três passeios por dia, podendo ter um rendimento financeiro diário de R$ 200 reais a R$ 300 reais.