segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Casinha do cachorro como escolher a ideal

Todo o cão necessita de um espaço para descansar e dormir , por isso a casinha é um elemento tão importante. O  Ambiente atende as necessitadas do animal de estimação , garantindo e conforto  nos dias frios. Mas  a escolha da casas ideal requer alguns cuidados.


A casinha não é um simples detalhe na criação do bicho, ela desempenha um papel importante para o bem estar e aconchego . Os cães são classificados como animais de toca , por isso a casa supera a função lar e se transforma em um elemento de proteção . Desta forma , o cão se acomoda em sua casinha  quando está com medo, com dor, com frio ou  para se proteger da chuva.
Mesmo que o cachorro não tenha o costume de passar grande parte do tempo na casinha , é importante que ele disponha deste abrigo  para diferente situações. Aos poucos o animal vai aprendendo e entendendo  que a casa  simboliza  o seu cantinho dentro da casa.

Casinha de madeira



São as casinhas mais bonitas e variadas , existem inúmeros modelos diferentes de casinha em madeira. Mas infelizmente a maioria delas são vendidas sem acabamento, não são envernizadas (Impermeabilizadas) e usam na maioria das vezes um material de baixa qualidade.
Existem casinhas incríveis de madeira, mas a maioria comercializada são ruins.

Prós:

- Elegantes
- Conseguem abrigar o cão sob frio e calor
- Fácil de encontrar
- Muitas opções de tamanho
- Baratas

Contras:

- Difícil de limpar
- Atraentes para proliferação de carrapatos
- Durabilidade
- Caso seu cão a roa, pode engolir farpas

Caso compre uma casinha de madeira, escolha sempre as melhores, feitas com bons materiais, impermeabilizadas e com bom acabamento


Casinha de plástico



Estas casinhas não são recomendadas a deixar no quintal, elas têm as portas muito grandes em relação ao tamanho e quase sempre não protegem o animal suficientemente  contra sol e chuva.
Recomendo essas casinhas para ficarem sob um telhado, um galpão, varanda ou algum lugar que seja ao menos parcialmente coberto.

Pós:

-Fácil de ser encontrada
-Consegue abrigar o cão sob frio e calor
-Fácil de limpar/lavar
-Fácil de mudar de lugar
-Extremamente durável
-Caso seu cão roa, não vai engolir nada que possa machucar

Contras:

- Muito baixa e não deve ser colocada em local aberto
-Modelos limitados em relação às casinhas de madeira
  É a casinha mais segura e barata para o cão


Casinha de alvenaria






Está é a casinha ideal para o cão, pois pode e deve ser feita sob medida para o seu cão (ou cães).

Pós:

-Sob medida
-Abriga o cão de qualquer infortúnio climático
-Elegantes
-Seguras
-Duráveis

Contras:

-Precisa de planejamento
-É definitiva
-Cara (em relação as outras)
-Difícil encontrar quem faça (nem todo pedreiro sabe fazer boas casinhas de cachorros)
  A limpeza desse tipo de casinha vai depender do seu planejamento
Mas se você é do tipo que morre de dó de deixar o bichinho dormir do lado de fora da sua casa, existem alternativas, para não colocar um trambolho dentro de casa.

                                   Caminhas para ambientes internos





Existe uma variedade enorme de modelos e cores dessas caminhas , se você cria seu cãozinho dentro de casa, com certeza terá um modelo que combine com sua casa.

Prós:

-Fácil de encontrar
-Baratas (tem de todo preço, mas encontra-se caminhas baratas com facilidade)
-Bonitas
-Confortáveis
-Mantém seu cãozinho próximo de você

Contras:

-Resistência da almofada é baixa
-Difícil lavar a almofada

Esta caminha (almofada) geralmente só funciona quando se tem apenas um cão, se tem mais de um eles começam a demarcar território nela e vira um inferno manter a casa limpa .
É bom que o cão seja acostumado com ela desde filhote, se der uma almofada dessas para um cão adulto ele vai rasgar ela inteira.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Ajudando a encontrar pets perdidos

Estou abrindo um espaço no blog destinado a ajudar seus donos a encontrarem seu animal de estimação perdido .
É  bem simples,  me mande um cartaz, como o do exemplo :


Se não souber fazer o cartaz, é só me mandar a foto e os dados do pet perdido  como no exemplo do cartaz,e enviar  no formulário abaixo  que faço e publico  no blog .



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Porque os gatos preferem água corrente ?

Felinos são famosos por preferirem água corrente à água parada na tigela. Esse costume pode causar problemas na rotina dos donos, já que é comum ver os gatos  à procura de água em cima da pia do banheiro, por exemplo.

Gato bebendo água na torneira


Seguindo seus instintos
Explicações sobre esses hábitos indicam que os gatos estão apenas seguindo seus instintos de sobrevivência. Na natureza a água que está parada, não é vista como saudável, por isso felinos sempre preferem beber de uma fonte onde a água seja limpa e corrente. Originalmente tinham uma dieta 100% carnívora, e a maioria da água que eles consumiam estavam na carne da presa que eles caçavam. Por isso muitos gatos continuam com o hábito de não procurar a água em seu pote.
Esses costumes podem parecer engraçadinhos para nós, mas consumir água de outras fontes que não a do próprio potinho e em quantidades reduzidas, pode trazer alguns problemas como tomar água contaminada com parasitas, ingerir algum produto químico que restou (sabonete, detergente, etc…), ou causar infecções urinárias, cálculos renais e outros problemas nos rins, uretra e bexiga, principalmente para os que se alimentam exclusivamente de ração seca e sem umidade.


Ensinando seu gato a beber mais água!
Eliminar as fontes de água impropria pela casa não faz com que ele passe a tomar somente do potinho. Precisamos incentivar e melhorar as condições da água de acordo com a exigência de cada gatinho!
Deixe a água longe da ração (e da caixa de areia): Esse erro é comum e um dos principal motivo para os gatos beberem pouca água. Na natureza, se tem um animal morto (comida) perto da água, as chances de ela estar contaminada são altas. Então seu gato pode assumir que a água do lado da ração está contaminada, e não bebe o suficiente.
Água limpa e fresca: Troque a água ao menos uma vez por dia, mantendo o potinho sempre limpo. (eles preferem os de vidro, inox ou louça esmaltada)
Mude a temperatura: Se você acha que seu gato não gosta da temperatura da água, tente colocar algumas pedrinhas de gelo no pote. E não deixe a água no sol.
Experimente um bebedouro-fonte: Se você não está o tempo todo em casa para abrir a torneira pro seu gato beber água corrente e fresquinha a qualquer hora, uma saída pode ser os bebedouros-fonte que fazem a água circular constantemente. Uma fonte deste tipo precisará de energia elétrica, então na hora da instalação, lembre-se de pensar na distância entre o bebedouro e a tomada mais próxima.
Bebedouro de água  para gato 

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Juiz determina guarda compartilhada do cão durante o processo de separação

Se cachorros são tratados como filhos, o que fazer quando o casal se separa? Em Jacareí, interior de São Paulo, o juiz Fernando Henrique Pinto, da 2ª Vara de Família e Sucessões, decidiu que um casal que passa por processo de divórcio vai alternar a guarda do cachorro da família. A decisão reconhece os animais como sujeitos de direito nas ações referentes às desagregações familiares.

Guarda compartilhada de cão na separação

Como o casal ainda está em processo de separação, a guarda do cão será alternada: uma semana de permanência na casa de cada um.

O magistrado citou alguns estudos científicos sobre o comportamento de animais e leis relacionadas ao tema e afirmou: "Diante da realidade científica, normativa e jurisprudencial, não se poderá resolver a 'partilha' de um animal (não humano) doméstico, por exemplo, por alienação judicial e posterior divisão do produto da venda, porque ele não é mera 'coisa'. Como demonstrado, para dirimir lides relacionadas à 'posse' ou 'tutela' de tais seres terrenos, é possível e necessário juridicamente, além de ético, se utilizar, por analogia, as disposições referentes à guarda de humano incapaz".


De acordo com a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça de São Paulo, a ação tramita em segredo de justiça por envolver questão de Direito de Família. Cabe recurso da decisão.

Cão

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Dengue,Chikungunya e Zika causas, sintomas e tratamento

A dengue é, sem dúvidas, a doença mais grave quando comparada à chikungunya e à zika.  A única forma de evitar as três doenças é com o combate do mosquito, através da eliminação dos criadouros do mosquito nas casas, no trabalho e nas áreas públicas.

Mosquito da dengue



Entenda as diferenças entre dengue,Chikungunya e Zika


Dengue
Doença: Dentre as três, é a mais conhecida e presente no Brasil. O país vive hoje uma epidemia da doença com 367,8 casos para cada 100 mil habitantes registrados até o dia 18 de abril.
Transmissão: O vírus da dengue é transmitido pela picada do mosquito aedes aegypti.
Sintomas: Febre alta (geralmente dura de 2 a 7 dias), dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele. Nos casos graves, o doente também pode ter sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal, vômitos persistentes, sonolência, irritabilidade, hipotensão e tontura. Em casos extremos, a dengue pode matar - até 18 de abril foram registrados 229 óbitos.
Tratamento: A pessoa com sintomas da dengue deve procurar atendimento médico. As recomendações são ficar de repouso e ingerir bastante líquido. Não existem remédios contra a dengue. Caso apareçam os sintomas da versão mais grave da doença, é importante procurar um médico novamente.
Chikungunya
Doença: Até 18 de abril deste ano, foram registrados 1.688 casos de chikungunya. Os primeiros casos “nativos” da doença no Brasil apareceram em setembro do ano passado em Oiapoque, no Amapá. Antes disso, já haviam sido detectados casos de pessoas que contraíram a virose fora do país. A origem do nome chikungunya é africana e significa “aqueles que se dobram”. É uma referência à postura dos doentes, que andam curvados por sentirem dores fortes nas articulações.
Transmissão: É transmitida pelos mosquitos aedes aegypti (presente em áreas urbanas) e aedes albopictus (presente em áreas rurais).
Sintomas: O principal sintoma é a dor nas articulações de pés e mãos, que é mais intensa do que nos quadros de dengue. Além disso, também são sintomas: febre repentina acima de 39 graus, dor de cabeça, dor nos músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não chegam a desenvolver sintomas. Segundo o Ministério da Saúde, as mortes são raras.
Tratamento: Como no caso da dengue, não há tratamento específico. É preciso ficar de repouso e consumir bastante líquido. Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia.
Zika
Doença: A doença pode ter sido detectada na Bahia, mas ainda não está confirmada. A suspeita é de que ela tenha sido trazida para o Brasil durante a Copa do Mundo.
Transmissão: Mais uma vez, o aedes aegypti é o vilão da história. Mas o vírus também é transmitido pelo aedes albopictus e outros tipos de aedes.
Sintomas: O vírus não é tão forte quanto o da dengue ou da chikungunya e os pacientes apresentam um quadro alérgico. Os sintomas, porém, são parecidos com os das doenças “primas”: febre, dores e manchas no corpo. Quem é infectado pelo zika também pode apresentar diarreia e sinais de conjuntivite.
Tratamento: Assim como nas outras viroses, o tratamento consiste em repouso, ingestão de líquidos e remédios que aliviem os sintomas e que não contenham AAS.


Medidas de Combate à dengue (para eliminar os criadouros e evitar a reprodução e proliferação do aedes aegypti)
Como prevenir mosquito

- Não deixar água parada em pneus fora de uso. O ideal é fazer furos nestes pneus para evitar o acúmulo de água;
 - Não deixar água acumulada sobre a laje de sua residência;
 - Não deixar a água parada nas calhas da residência. Remover folhas, galhos ou qualquer material que impeça a circulação da água.
 - A vasilha que fica abaixo dos vasos de plantas não pode ter água parada. Deixar estas vasilhas sempre secas ou cobri-las com areia;
 - Caixas de água devem ser limpas constantemente e mantidas sempre fechadas e bem vedadas. O mesmo vale para poços artesianos ou qualquer outro tipo de reservatório de água;
 - Vasilhas que servem para animais (gatos, cachorros) beber água não devem ficar mais do que um dia com a água sem trocar;
 - As piscinas devem ter tratamento de água com cloro (sempre na quantidade recomendada). Piscinas não utilizadas devem ser desativadas (retirar toda água) e permanecer sempre secas;
 - Garrafas ou outros recipientes semelhantes (latas, vasilhas, copos) devem ser armazenados em locais cobertos e sempre de cabeça para baixo. Se não forem usados devem ser embrulhados em sacos e descartados no lixo (fechado).
 - Não descartar lixo em terrenos baldios e manter a lata de lixo sempre bem fechada;
 - As bromélias costumam acumular água entre suas folhas. Para evitar a reprodução do mosquito, o ideal é regar esta planta com uma mistura de 1 litro de água e uma colher de água sanitária.
 - Sempre que observar alguma situação (que você não possa resolver), avisar imediatamente um agente público de saúde para que uma medida eficaz seja tomada.

Armadilha para matar o mosquito da dengue

Material:
– Tesoura; Fita isolante; Lixa de madeira; Microtule;
– 1 garrafa plástica de 2 litros; Lacre da própria garrafa;
– Grão cru e Água
Método:
Corte a garrafa plástica ao meio e separe as partes. Pegue a parte superior da garrafa (funil) e lixe-o na parte interna para tornar a superfície áspera. Corte um pedaço do microtule e “tampe” a boca da garrafa com o tecido. Este tecido servirá para prender as larvas que estiverem dentro da armadilha. Para fixar o microtule use o próprio lacre da garrafa.
Coloque comida dentro do copo; que pode ser qualquer grão cru triturado como arroz, alpiste, entre outros; a quantidade são três ou quatro grãos. Encaixe o funil com o bico para baixo dentro do copo, formado pela outra metade da garrafa e coloque água até a metade da altura do cone. Feito isso, vede as duas partes com fita isolante e sua armadilha estará pronta. Coloque-a em local sombreado.
É necessário verificar a água diariamente, mantendo a armadilha sempre com o mesmo nível de água. Caso apareçam larvas, é preciso atentar se elas são do do Aedes aegypti para saber isso, jogue um foco de luz intensa na direção das larvas, caso elas fujam são mesmo do mosquito da dengue.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Dar osso para cachorro é perigoso

Cachorro pode comer osso? Você já deve ter visto nos pet shops diversos tipos ossos para cachorros, desde aqueles brinquedos de látex que imitam osso, até ossos bovinos naturais, em geral limpos e já esterilizados, ideais para exercitar a mastigação do animal. Mas quando falamos de ossos naturais sempre aparecem dúvidas em relação a segurança de se oferecer ossos aos cães.


Os ossos de aves são perigosos para os cães

É muito comum que os donos comam um delicioso frango assado e, ao final da refeição, deem os ossos aos seus cães. Será que isso é saudável? As galinhas e os frangos são animais menores e, obviamente, seus ossos são pequenos e fáceis de engolir, o que pode causar engasgos e, quando o cão morde o osso de frango, formam-se pontas agudas que, ao serem engolidas, podem perfurar os órgãos e causar sérios danos.
Ao perfurar o trato digestivo, as pontas afiadas podem causar hemorragias e, se isso não for notado pelo tutor, pode gerar graves infecções, levando à morte do animal. Além disso, por serem menores, os ossos de aves podem ficar presos na garganta.
Em contrapartida, você deve estar questionando "Mas como os predadores selvagens comem a carne e roem os ossos dos mais diferentes animais e nada acontece?". É o que vamos ver a seguir!

Vantagens dos ossos crus para cães

Quando cozidos, assados ou fritos, os ossos ficam mais duros e apresentam mais riscos
O que realmente faz mal aos cães e às outras espécies são os ossos fritos, cozidos ou assados. A explicação é que, ao serem submetidos ao calor, esses ossos tornam-se muito mais rígidos e, por consequência, perigosos.
É ideal que, ao dar um osso para seu cachorro, observe-o comendo. Caso ele se engasgue, você estará próximo para controlar a situação. A prática de oferecer ossos aos cães é comum e eles adoram porque é natural, mas existem diferentes ossinhos com diferentes indicações. O osso do pé de galinha, por exemplo, são compridos e duros, por isso, não são indicados nunca, mesmo crus.

Ossos de couro para cães: dar ou não?

Veterinários não recomendam ossos de couro
Você já deu ossos de couro para o seu cachorro? Muito comum, eles são capazes de distrair o cachorro por muitas horas. Além disso, apresentam várias vantagens porque auxiliam na limpeza dos dentes, na remoção do tártaro e também da placa bacteriana. Apesar das vantagens, estes ossos também podem provocar perigos para a saúde do seu melhor amigo.
O cão ao brincar com estes itens pode arrancar pedaços grandes e acabar engolindo estes pedaços de uma só vez. Outra situação que pode acontecer é o osso ficar muito ruído e acabar diminuindo de tamanho para passar na garganta do cão. Pedaços de ossos pequenos podem acarretar vários danos à saúde como, por exemplo, obstruções gastrointestinais.
Entre outros perigos dos ossos de couro destacam-se: relatos de toxina como o arsênico e cromo, irritações digestivas e alergias que são provocadas devido à presença de corantes artificiais. Além disso, existem cachorros que são alérgicos a outras substâncias que fazem parte dos ossos de couro.
Quando os cães começam a roer e mastigar os ossos de couro, normalmente, eles ficam apenas amolecidos. Os cães não cortam os ossos em partes pequenas, e eles acabam virando uma bola grande e muito consistente, e que se o cachorro engolir o osso pode provocar muitos tipos de problemas. Entendeu o perigo dos ossos de couro para os cães?

Como evitar o perigo?
A dica para evitar o perigo com os ossos de couro é bem simples:
Sempre supervisione e fique atento quando o seu melhor amigo estiver roendo o osso de couro dele. Ou seja, não o deixe roendo sozinho o osso, porque ele pode engasgar. Assim, se acontecer qualquer tipo de imprevisto você vai estar por perto para socorrê-lo.
Inspeção: Fique sempre atento aos aspectos do osso – se ele tem pontas, lascas, etc-. Se notar algum destes fatores é hora de jogar fora e arrumar outro osso para o seu melhor amigo brincar. Se notar que o osso está em um tamanho muito pequeno, ou seja, que consiga ser colocado na boca com facilidade, está na hora de trocar também.


Dicas para dar ossos para seu cachorro


Uma dica importantíssima para quem não quer deixar de dar ossos ao seu cão é sempre fornecer ossos que tenham, pelo menos, o dobro do tamanho da boca do animal, quando aberta. Dessa forma, ele jamais conseguirá engolir tudo de uma vez, diminuindo os possíveis riscos. Lembre-se também:
quando o animal roer bastante e o osso diminuir muito de tamanho, jogue-o fora e dê outro;
outra ideia interessante é comprar ossos no açougue. Entretanto, consulte sempre um médico veterinário;
existe a opção dos chamados "ossos recreativos". São peças fresquinhas e cruas que contêm carne e outros tecidos, como tendões. São facilmente encontradas em feiras e açougues.