segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Roupas para cães é realmente necessário ?

Que vestir os cães faz a alegria dos donos, não há dúvida! Eles ficam tão lindos e irresistíveis, com roupinhas quentinhas.
Cachorros que dormem na parte de fora da casa ficam mais expostos às mudanças do clima, como queda de temperatura, ou até mesmo chuva. Mesmo que o Brasil não tenha tantos dias de frio, é importante cuidar da proteção do cachorro como se cuida dos outros membros da família.




Desvantagem das roupas para cachorros

Alguns cães não precisam de roupinhas

Colocar roupinhas em seu cão somente em dias de muito frio pode ser uma ótima opção, mas não muito necessária. Os cachorros, assim como muitos outros animais, possuem pelos responsáveis pela proteção de seus corpos, com exceção de algumas raças que necessitam de uma proteção maior ainda. Outra grande desvantagem está ligada aos modelos que possuem botões e outros acessórios que os cães podem engolir.

Mesmo que não haja essa necessidade, o universo da moda para cães têm crescido. Entretanto, muitos cães não gostam de usar roupas e esse desejo deve ser respeitado, afinal, sentem-se extremamente incomodados. Em contrapartida, existem pets que adoram esses acessórios e, nesse caso, você está liberado para vestir seu cãozinho, desde que seja com uma roupinha confortável.

Não deixe a roupa no cão por muito tempo !

Por mais leve que o tecido seja, as roupas aquecem o cão e podem acabar acumulando umidade. Por isso, é recomendado que ele não fique vestido o tempo todo, permitindo períodos para a pele respirar e evitando doenças, e dermatofitoses que são doenças de pele causadas por fungos.


Vantagens das roupas para cachorros

Algumas raças, como o Whippet e o Cão de Crista Chinês, precisam de roupinhas
Apesar de as roupinhas para cachorros ter uma grande finalidade estética, a principal vantagem delas é, sem dúvida, a proteção contra a friagem. Algumas raças possuem pelos e subpelos, como é o caso do Husky e do Golden etriever, e não necessitam de nenhuma proteção extra. Em contrapartida, existem outras que têm pelos curtos e, para piorar, a pele e a camada de gordura são finas, como o caso do Whippet, e precisam ser agasalhadas.

Se o seu cachorro adora usar roupas, é uma boa oportunidade para protegê-lo contra o frio e, até mesmo, contra eventuais machucados. Entretanto, deve-se tomar alguns cuidados, de forma que seu pet canino fique bastante confortável. Fique de olho nas dicas a seguir!

Como escolher a melhor roupa para seu cachorro

Dicas para escolher o melhor roupinha para seu cachorro

Uma sugestão para quem busca um modelo ideal é fazer a própria roupa do cão ou encontrar empresas que fabricam roupinhas sob encomenda, de acordo com as medidas do seu animal. Independente da sua decisão, as roupas para cachorros devem estar de acordo com as seguintes dicas:

1. Devem ser confortáveis, nunca coladíssimas ao corpo do animal;

2. De preferência, sem mangas. Os modelos que possuem mangas compridas são extremamente desconfortáveis e costumam atrapalhar a mobilidade do cãozinho;

3. É essencial que a roupa não seja muito comprida, de forma que não fique suja quando o cão fizer suas necessidades;

4. Não escolha itens que possuam botões, borboletinhas ou qualquer outra decoração que esteja ao alcance de seu animal, evitando que ele arranque e engula;

5. E, acima de tudo, não obrigue seu melhor amigo a usar roupinhas, mesmo que ele fique lindo com elas.Preste atenção no comportamento do seu cão usando a roupa e, se ele parecer não estar gostando, tire-a. Se ele ficar com frio, procure cobertores ou mantas, ou alguma outra forma de aquecê-lo, pois o que importa é que ele sempre se sinta confortável.

Modelos de roupas para cachorros

1. Regatas


As regatas são ideais para tempos mais amenos e também são confortáveis por não limitarem os movimentos do animal. Por consequência, são os modelos mais aconselháveis para cães de porte grande.









2. Agasalhos


Os agasalhos para cães são essenciais para raças que possuem pelos curtos. Apesar de serem facilmente encontrados para cachorros de porte pequeno, modelos que possuem um bom espaço para as patas também são ótimos para cães grandes.









3. Vestidos


Os vestidinhos para as cachorrinhas fazem muito sucesso! São mais utilizados em cachorras de porte pequeno e possuem uma finalidade estética, acima de tudo.







Saiba como medir  o  tamanho exato de roupinha para seu pet

a) Coloque seu cão com as quatro patas apoiadas, sem ficar encurvado, nem inclinado.
b) Verifique a região no pescoço onde você coloca a coleira.
c) Verifique a região lombar do cão (final da coluna perto da cauda).
d) Meça a distância entre essas duas regiões e compare com o tamanho da roupinha em centímetros de comprimento. No nosso site, em cada produto de categoria roupas, disponibilizamos uma tabela super simples para que você possa ver qual é a melhor opção.
e) Para não ter erro, é melhor ficar um pouco mais folgado do que apertado.
f) Os tamanhos de cada modelo divergem em relação ao comprimento do mesmo. Sempre compare o modelo com a medida do seu cão em comprimento.


sábado, 14 de novembro de 2015

Catnip ( Erva de gato ) .Mitos e verdades

Se você tem  gatos , com certeza já ouviu falar em erva de gato ou catnip.
Conhecida cientificamente como Nepeta Cataria, a erva faz parte da família das hortelãs. Popularmente, a erva gato também é a erva-gateira, erva-gato, catnip, catmint (inglês) e neveda dos gatos.
Originada na Europa e na Ásia, logo foi para o Japão e para a América do Norte, tornando-se comum. Seu cultivo pode ser feito em casa e seu tamanho pode chegar até 50cm. O mais recomendado é o seu cultivo em adubos químicos, para o sabor da planta ser mais intenso. Cerca de 80% dos felinos reagem à planta, incluindo leões, onças e inclusive os gatos. O odor exalado pela planta é percebido pelo órgão da Jacobson, que fica no cérebro do gato, por exemplo, estimulando o seu instinto predador.



Mitos e verdades sobre o Catnip

A ERVA DO GATO VICIA?
 Não. Muitos especialistas usam e recomendam o uso de erva do gato justamente por não ser viciante e não provocar efeitos colaterais. O que dá o efeito estimulante é o cheiro da Neptalactone, substância presente nas folhas da erva-gato. Nenhuma quantidade dessa substância fica armazenada no corpo do gato e, portanto, eles não ficam dependentes dela.

A ERVA DO GATO É EQUIVALENTE A UMA DROGA?
Não. A erva do gato tem efeito calmante e terapêutico. Ela não apresenta nenhum efeito tóxico. É um produto natural e saudável.



O QUE A ERVA DO GATO CAUSA?
 A Neptalactone, substância presente nas folhas da erva, estimula os receptores olfativos. É comum encontrar as folhas da erva desidratadas e moídas, de modo a manter o cheiro da substância. Você pode também encontrar sprays com a fragância da erva, que também funcionam da mesma maneira.

QUANDO O USO DA ERVA DO GATO É RECOMENDADO?
Para disciplinar ou divertir. Por exemplo, é comum que seja aplicada a erva do gato no arranhador ou no poste de arranhar, para que o gato se atraia pelo cheiro e evite destruir móveis e cortinas. Muita gente gosta de aplicar a erva em brinquedos, para que o gato desenvolva uma afeição por determinados objetos. Também é feita a aplicação em camas e almofadas, para que o gato entenda que ali é onde ele pode dormir.




POR QUE A ERVA DO GATO NÃO FAZ EFEITO NO MEU GATO?
 Os gatos tem características individuais e preferências tão diferentes quanto pessoas. A erva do gato tem mais probabilidade de fazer efeito em gatos machos, adultos, não-castrados. Mas não é uma regra absoluta e muitas fêmeas, filhotes e gatos(as) castrados(as) apresentam uma afeição pela plantinha. O único modo de saber é testar comprando um brinquedo com catnip ou utilizar a própria planta ou um spray. Um efeito parecido pode ser obtido com o cheiro de hortelã, manjericão e azeitona. Mas atenção: a ingestão desses produtos não é aconselhada para gatos, pois pode causar diarreia e outros problemas gástricos.



Substâncias perigosas

Agora que sabemos que a erva do gato não é uma droga, precisamos falar um pouco sobre as substâncias que realmente fazem mal. Tabaco, por exemplo. Animais  que são fumantes passivos podem apresentar características de dependência química. Os animais têm as mesmas descargas nos neuroreceptores que os humanos. O bicho associa um cheiro a uma sensação e podem ser tornar viciados.

Os sintomas desenvolvidos nos animais são os mesmos. Eles podem se sentir agitados ou apresentar qualquer outro efeito característico da droga consumida. Para largar o vício, os bichos sofrem mais que os humanos. "Eles não têm consciência do perigo, do malefício, então sofrem mais nos períodos de abstinência”, explica um  especialista.

Proprietários devem evitar fumar perto dos animais de estimação. Todo cuidado também com a acessibilidade das substâncias. A ingestão pode causar sérios problemas digestivos ou, até mesmo, levar à morte. Os malefícios também são iguais: os animais  podem desenvolver problemas respiratórios, pulmonares e cardíacos.





sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Os roedores não podem tomar banho

Na maioria das vezes, dar banho nos pets não é uma tarefa fácil. Mas, no caso dos roedores, essa dificuldade não existe. Em sua maioria, esses animaizinhos fazem a sua própria limpeza, como hamsters, twisters e porquinhos-da-índia. Banhos úmidos não são necessários, a menos que estritamente recomendados por um médico-veterinário especialista.



Esse tipo de higienização pode afetar diretamente a saúde do pet. O banho retira uma barreira natural que eles têm contra agentes patogênicos, deixando-os mais expostos a doenças de pele".

A regra só não se aplica a poucas espécies, como as chinchilas, que precisam de uma mãozinha para se limpar. Nesse caso, a opção é o banho seco, à base de carbonato de cálcio (conhecido como pó de mármore). Ele deve ser depositado em um recipiente à disposição do roedor, que, por gostar muito do produto, irá naturalmente até ele para se limpar. Depois, o pó deve ser retirado, para que os animais não defequem nele.




OLEOSIDADE
 O pó tem uma função importante ao tirar a umidade e a oleosidade do pelo do animal. O banho úmido é vetado. "A chinchila apresenta tantos folículos pilosos por área de pele que ela não consegue se secar bem quando é molhada, e isso favorece a proliferação de fungos", explica. A frequência ideal para o banho seco é de duas a três vezes por semana, sendo optativo para hamsters e gerbilos.

Como a maioria dos roedores se limpa, a gaiola (ou cercado) deve estar sempre bem higienizada, com água em abundância e borrifadas de água misturada com água sanitária, deixando secar naturalmente. A proporção é de uma colher de sopa de água sanitária para cada litro de água. Produtos de limpeza à base de pinho devem ser evitados.


Como ajudar seu filho quando um animal de estimação morre

Não é fácil lidar com a morte de um bichinho de estimação. Mesmo nós, adultos, muitas vezes sofremos bastante. Para algumas crianças pode ser mais difícil ainda, dependendo do apego que ela tinha com o pet.

Para as crianças que já nascem na companhia de um animalzinho em casa, ou aquelas que o ganham ainda muito pequenas, muitas vezes o pet será o seu primeiro “amigo”, aquele com quem ela divide brincadeiras e aprende a depositar o seu afeto.



Muitas vezes o sofrimento da criança pode ser maior pelo fato de ela ainda não ter aprendido a lidar com as suas emoções, não compreender muito bem o que está sentindo, quando esses sentimentos irão passar e nem entender muito bem o processo de morte do bichinho. Esse é o momento de auxiliar a criança nestes aspectos.

Diga a verdade
Alguns pais tentam preservar seus filhos da dor da perda e não falam da morte do animal ou não são honestos sobre o que realmente aconteceu. É comum o uso de eufemismos como “ele foi embora” ou “foi dormir”, por exemplo. Isso pode deixar a criança ainda mais confusa, com medo e traída quando ela finalmente descobre a verdade. É melhor ser franco com seu filho e permitir que ele tenha a oportunidade de sofrer do seu jeito. Portanto, diga-lhe, com uma voz suave e sem a presença de outras pessoas, que o bichinho morreu.
Escolha um lugar familiar à criança, como seu quarto e explique que ele não voltará mais, e que isso não é culpa dela.


Conte como ele morreu; de doença ou velhice, e responda a todas as perguntas que a criança fizer aberta e honestamente. Fale que é natural sentir-se triste e com raiva, e que perder um animal é uma experiência difícil. Dê a ela a oportunidade de conversar com você a respeito do que está sentindo.
Compartilhe seu sofrimento
Seja sincero também sobre sua própria dor, não tente escondê-la. Se você passou por uma experiência semelhante na sua infância, conte ao seu filho, diga como se sentiu na época e mostre uma foto sua com seu pet, se tiver. Ao compartilhar sua história e mostrar seu sofrimento atual, o pequeno vai sentir-se menos sozinho.
Respeite o tempo da criança
Luto é um processo, não um evento. Por isso, dê a seu filho o tempo necessário para que possa superar a dor. Deixe que ele chore não o force a sentir-se melhor. Também não lhe diga que já está crescido o bastante para se deixar abater. Crianças precisam de mais tempo para digerir a morte.
Dê ao pequeno a chance de dizer adeus a seu pet
Se a criança desejar, realize uma cerimônia de despedida do animal; um ritual pode ajudá-la a aceitar a morte como um fato consumado. Você pode sugerir-lhe que escreva uma carta de despedida ou, se for muito pequena, que faça um desenho.
Não se apresse em dar outro animal
Espere até acolher um novo pet; você poderá causar mais danos do que benefícios, e é bem provável que a criança se sinta ressentida ou culpada. Lembre-se de que, mesmo depois de anos, a criança ainda vai precisar conversar e recordar velhas histórias do animal que perdeu.



quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Porque os cachorros inclinam a cabeça quando falamos com eles ?

Já reparou que as vezes quando você se dirige ao seu cachorro, seja para chamá-lo ou para dar bronca, ele as vezes inclina a cabeça para o lado como se estivesse tentando entender o que você diz?

Pois uma pesquisa publicada no site Psychology Today parece ter desvendado esse gesto ao constatar que, muitas vezes, o focinho do animal atrapalha sua visão da parte inferior do rosto humano, essencial para que o cão 'desvende' a expressão facial e o estado emocional de seu dono.



Para conseguir essa visualização, eles inclinam a cabeça, ampliando seu campo de visão vertical. Para que nós humanos possamos entender, na prática, como isso funciona, basta colocar o punho na frente do nariz. Dá para ter uma ideia de como o focinho interfere na visão.

Para chegar a essa conclusão, a pesquisa ouviu 582 pessoas sobre a frequência com que seus cães inclinam a cabeça e qual a raça dos animais. 62% dos entrevistados confirmaram a presença do gesto com regularidade, mas penas 52% dos donos de cães com focinhos achatados (pugs, bulldogs, etc.) notaram a inclinação da cabeça. Entre os cães com focinhos maiores, a taxa foi de 71%.



Foi essa diferença que levou Stanley Coren, cientista que conduziu o estudo, a concluir que o tamanho do focinho é um fator que influencia a inclinação da cabeça, mas a proporção de cães de focinhos achatados que também se inclinam ainda é grande, o que leva o autor a acreditar que há algum outro fator determinante para o movimento.

Segundo ele, o estudo é o primeiro passo para encontrar mais respostas

Você sabe como pode ajudar animais traumatizados pelo abandono ?

Muitos cachorros são abandonados todos os dias no Brasil. A grande maioria dos casos as pessoas simplesmente não tomam conhecimento, salvo raras exceções nas quais eles conseguem comover a opinião pública aparecendo na mídia de alguma forma. Mas o fato é que o abandono dos animais domésticos ainda é uma triste realidade.
E quando  adotamos   um animal  abandonado  e  recebemos visitas em casa ou os levamos para passear, pode ser algo constrangedor, já que muitos animais estranham a quantidade de pessoas ao redor, o que pode resultar em comportamento agressivo e perda de controle do dono sob o animal.
Este comportamento pode ser tanto de animais comprados ou adotados, mas se tratando de animais que foram abandonados nas ruas, a maneira como eles se comportam está ligada principalmente ao seu passado, que em muitos casos trazem lembranças ruins de sofrimento, violência e inúmeros maus tratos.
Animais que são abandonados nas ruas são sempre os casos mais difíceis, em que a adaptação a um novo lar que lhe dê carinho, respeito e bons cuidados pode ser interpretada de forma errada pelo animal, que sempre viveu com medo, exigindo de seu novo dono paciência e conhecimento para ensinar as novas regras da casa.


Se você for adotar um cãozinho ou gatinho de centro de zoonoses ou até mesmo retirá-los das ruas, siga essas dicas para garantir um ambiente agradável para ele e para a família.
Marque uma consulta com o seu veterinário de confiança. Peça para ele checar se está tudo bem com o animal, se será necessário fazer algum exame. Se você não souber nada do histórico do animal, peça a ajuda do veterinário para determinar uma idade aproximada e quais vacinas ele pode tomar e com que frequência. A consulta com o veterinário deve ser realizada antes de colocar o animal adotado ou resgatado em contato com outros animais.
Se o animal apresentar comportamento agressivo ou muito retraído, não deixe de pedir a ajuda do veterinário para saber lidar com essas situações. Manter o animal preso a uma coleira ou ficar o tempo todo com ele próximo a você não fará tão bem nesta nova fase. Não deixe de se informar!
Em casa, avise os familiares que eles terão um novo membro e prepare o ambiente para o mais novo morador. Reserve um cantinho para colocar a caminha, comedouro e bebedouro.
Se na sua casa houver crianças pequenas, ensine-as a respeitar o animal, não machucá-lo. Explique o porquê de não poder puxar o rabo, bater no animal e a fazer tantas outras traquinagens. Por ter vindo das ruas, os animais podem ser dóceis o tempo todo, afinal estamos dando carinho a eles, mas eles podem se irritar pelo simples fato de uma criança estar próxima, então vá preparando o terreno para ambos aos poucos, até todos se conhecerem. Nunca deixe a criança sozinha com o animal e observe sempre onde ela vai colocar a mão e o que ela oferece ao animal.
Se você estiver pensando em viajar nos próximos dias, previna-se e peça ajuda de algum familiar ou vizinho para ajudar a cuidar do animal. Existem muitos hotéis para animais, mas nem sempre temos dinheiro disponível para mais esta despesa.
Dar carinho e atenção é a melhor maneira de conquistar a confiança do animal. O que eles mais querem é ter uma vida saudável, longe de maus tratos e sofrimentos, perceba a reação do animal sempre que você se aproximar para dar comida e atenção a ele. É neste momento que você verá o quanto ele está grato pela ajuda.
O período em que há mais animais abandonados nas ruas é durante o verão, e pode parecer mentira, mas muitas famílias viajam neste período e abandonam seus animais de estimação nos mais diversos locais. Muitas famílias também abandonam seus animais porque vão se mudar para uma casa menor ou apartamento, ou o incômodo com os latidos dos cães a noite, reclamações de vizinhos e até mesmo o desconhecimento das responsabilidades necessárias na hora dos cuidados básicos de saúde, higiene e alimentação.



Há ainda pessoas que abandonam seus animais de estimação quando eles estão ficando velhos. Esta é uma das fases em que eles mais precisam de nossa atenção e ajuda. Parecidos com os seres humanos, os animais se tornam ainda mais dependentes nesta fase da vida, precisando de cuidados especiais, acompanhamento médico com um intervalo menor e em alguns casos medicação controlada. Devido a idade, alguns animais perdem todos os dentes, sendo necessária a preparação de uma alimentação diferenciada, com rações balanceadas para a idade e o porte do animal.
O número de pessoas que acolhem os animais abandonados e tentam incansavelmente conseguir um lar para nossos amigos é grande, o que nos conforta, já que sabemos que existem milhares de pessoas espalhadas por todos os lugares que querem garantir a felicidade de tantos animais e famílias.
Infelizmente os animais de estimação não sofrem maus tratos apenas enquanto estão nas ruas. Eles podem ter passado por situações de violência ocasionadas pela família com que conviviam também. Por isso é muito importante saber lidar com animais que tenham indícios de traumas sofridos por pessoas ou pela vida nas ruas.
Ajudar um animal acolhendo-o em casa como mais um membro da família, ou até mesmo levando ele para um centro de zoonozes e ONGs que acolhem animais abandonados, será uma grande ajuda, tanto para a sociedade que tem pessoas que querem cada vez menos ver animais abandonados nas ruas, como também para eles, nossos eternos amigos que serão gratos pela ajuda que você está dando.

Ajuda usando florais
“Os florais podem ajudar tanto na reação positiva ao tratamento médico quanto nos problemas emocionais gerados com os traumas sofridos”
Além dos tratamentos veterinários necessários para a recuperação destes animais, os florais podem ajudar tanto na reação positiva ao tratamento médico quanto nos problemas emocionais gerados com os traumas sofridos.




Generalizando um pouco, seguem alguns exemplos:
Rescue Remedy (Bach): pode ser usado em qualquer situação que envolva emergência, associado ou não a florais mais específicos. É indicado para animais envolvidos em abandono e maus-tratos em geral, pois é um “pronto-socorro” para diversas situações.
Buquê de 9 Flores (Minas): muito útil tanto antes quanto depois das intervenções cirúrgicas, dos partos e nas convalescenças em geral, sendo um excelente auxiliar na recuperação de tecidos celulares traumatizados, interna ou externamente. Serve como um primeiro socorro enquanto se procura a orientação especializada.
Star of Bethlehem (Bach): para animais traumatizados, acidentes de trânsito, vítimas de violência, pais e filhotes separados prematuramente (para ambas as partes).
Mimulus + Aspen (Bach): para animais ariscos ou muito medrosos que temem o contato ou certas situações (sair de casa, andar de carro, subir escadas etc.) e animais que se assustam facilmente.
Mariposa Lily (Califórnia): animais separados prematuramente de suas mães e para dificuldades na alimentação de filhotes muito novos.

E por aí vai! Além destes, há uma imensa variedade de florais que podem auxiliar na recuperação de animais abandonados. Cada caso deve ser avaliado especificamente para um tratamento mais eficaz.
Se você for utilizar algum dos florais citados aqui em seus animaizinhos, não se esqueça de pedir à farmácia que use glicerina como conservante (10 a 20% é suficiente). Você pode colocar 1/3 de conta-gotas diretamente na boca do animal três vezes ao dia, ou oferecer livremente em sua água. Troque a água e recoloque sete gotas do floral na vasilha todos os dias.
Mas atenção: nunca encoste o mesmo conta-gotas na boca de um animal e na de outro, pois existem doenças sérias que são transmitidas através da saliva. Evite este meio de contaminação, afinal, você não sabe se o animalzinho resgatado apresenta alguma infecção ou não.
Obs.: para os protetores que precisam de tolerância excepcional com certas situações, recomendo Impatiens (Bach) para começar.